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	<title>Blu Rei &#187; Cloverfield</title>
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	<description>Tudo sobre Blu-Ray e alta definição no Brasil</description>
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		<title>Cloverfield Monstro</title>
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		<comments>http://www.blu-rei.com.br/2009/06/03/cloverfield/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 00:42:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Felipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Cloverfield]]></category>
		<category><![CDATA[J.J. Abrams]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Reeves]]></category>

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		<description><![CDATA[Cloverfield Monstro (2008)
Cloverfield
Paramount Home Entertainment
De Matt Reeves
Com Lizzy Caplan, Jessica Lucas, T.J. Miller, Michael Stahl-David
85 minutos
Vídeo: 1080p, 1.78:1
Áudio: Inglês (Dolby TrueHD 5.1 e Dolby Digital 2.0), Francês e Espanhol (Dolby Digital 5.1)
Legendas: Inglês para surdos, Inglês, Francês, Espanhol e Português
Edição: Brasileira ou Americana
O Filme

O produtor J.J. Abrams se interessou pelo conceito de um novo filme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-210" title="cloverfield-capa1" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/cloverfield-capa1.png" alt="cloverfield-capa1" width="185" height="250" />Cloverfield Monstro </strong>(2008)<strong><span style="font-weight: normal;"><em><br />
Cloverfield</em><br />
Paramount Home Entertainment</span></strong><br />
De<span> <strong>Matt Reeves</strong></span><br />
Com<span> <strong>Lizzy Caplan</strong>, <strong>Jessica Lucas</strong>, <strong>T.J. Miller</strong>, <strong>Michael Stahl-David</strong></span><br />
<strong>85 minutos</strong><span id="more-183"></span></p>
<p style="padding-left: 270px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><strong>Vídeo</strong><span>: 1080p, 1.78:1</span></span></strong></p>
<p style="padding-left: 270px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><span><strong>Áud</strong><strong>io</strong><span>: Inglês (Dolby TrueHD 5.1 e Dolby Digital 2.0), Francês e Espanhol (Dolby Digital 5.1)</span></span></span></strong></p>
<p style="padding-left: 270px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><span><span><strong>Legendas</strong><span>: Inglês para surdos, Inglês, Francês, Espanhol e <strong>Português</strong></span></span></span></span></strong></p>
<p style="padding-left: 270px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><span><span><span><strong><span style="font-weight: normal;"><strong>Edição</strong><span>: Brasileira ou Americana</span></span></strong></span></span></span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;"><span><span><span><strong><span style="font-weight: normal;"><span><strong>O Filme<br />
</strong></span></span></strong></span></span></span></span></strong><img class="size-full wp-image-42 alignnone" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></p>
<p><span>O produtor J.J. Abrams se interessou pelo conceito de um novo filme de monstro sob o pretexto de que, ao contrário do Japão, os Estados Unidos não tinham no currículo cinematográfico nenhum monstro gigante destruidor. O cinema americano precisava do seu próprio Godzilla.</span></p>
<p><span>Por certo que J.J. Abrams se esqueceu do King Kong, deliberadamente ou não. Mas tudo bem.</span></p>
<p><span>De qualquer forma, Cloverfield conseguiu esse status. É um filme de monstro muito legal e divertido. Ponto. Nada mais; nada menos.</span></p>
<p><span>O interessante é que a produção desse filme se manteve em absolutosegredo. Nada fora noticiado até que um trailer apareceu de surpresa, sem título. O lance foi bacana. Mostra a cabeça da Estátua da Liberdade sendo arremessada em um prédio na grande Manhanttan.</span></p>
<p><span>O suspense e a ansiedade cresceram até a data do lançamento. No entanto, quando o dia chegou, houve um misto de aplausos e decepções.</span></p>
<p><span>O filme, em sua integralidade, segue o mesmo conceito da Bruxa de Blair que, por seu turno, seguiu o mesmo conceito de um obscuro filme de terror, Cannibal Holocaust. Nos três filmes, uma fita com gravação amadora de vídeo é localizada com a filmagem dos últimos momentos de um grupo de pessoas. Os primeiros devorados por canibais; os segundos mortos pela tal bruxa; os terceiros pelo monstro.</span></p>
<p><span>Assim, pelos seus 85 minutos de duração (bem curto aliás), Cloverfield narra o início de uma festa entre amigos, que é interrompida pelo primeiro ataque de um monstro (que o filme não se preocupa em dizer de onde veio e para onde vai) e mostra a luta pela sobrevivência de cinco deles enquanto tentam fugir da cidade. Um deles, com a câmera digital amadora, registra todos os eventos.</span></p>
<p><span>Bem, as críticas negativas de muitos espectadores é que o filme é muito agitado, a câmera balança muito e causa vertigem. O estilo de documentário amador também desagradou muitas pessoas, assim como o desenvolvimento nulo dos personagens.</span></p>
<p><span>Não obstante as críticas negativas, posso afirmar com a mais absoluta certeza de que, nesse filme, há mais coisas entre o céu e a Terra.</span></p>
<p><span>De início, que tipo de desenvolvimento de personagens é esperado de um filme de curta duração que mostra a destruição em massa da Ilha de Manhattan por um gigante monstro assustador? Não é essa a meta da produção; simplesmente não há como perder tempo com algo que não interessa ao filme.</span></p>
<p><span>O que interessa, e nisso o filme se sai muito bem, é colocar o público no lugar das vítimas, pessoas comuns que, de uma hora para outra, se veem diante de um cenário aterrador da mais pura hecatombe.</span></p>
<p><span>Se fosse um filme japonês do Godzilla, seriam aquelas pessoas que correm desesperadas por suas vidas durante o ataque do monstro, enquanto berram “Olhem, é o Godzilla!!!”</span></p>
<p><span>E o mais legal, os personagens do filme cruzam diversas vezes com o gigantesco monstro no exato momento em que o cenário não poderia ser pior. Destruição de arranha-céus e avenidas inteiras, combates ferozes com o exército, mísseis e balas disparadas para todo lugar etc. É um verdadeiro parque temático de destruição em massa.</span></p>
<p><span>A primeira aparição nítida do monstro já é uma cena que merece virar destaque. Enquanto os personagens correm pela rua para chegar à entrada do metrô, enquanto tudo é destruído aos arredores, a câmera rapidamente foca o avanço do monstro, em corpo inteiro, com uma cabeça medonha e dentes afiados. A sensação é de um sonoro “p&#8230;m&#8230;!!!”.</span></p>
<p><span>Aliás, uma grande sacada da produção foi ter criado um monstro tão diferente, tão atípico, que ninguém consegue descrevê-lo. Pergunte para qualquer pessoa que viu o filme e peça para descrever o monstro. Ninguém consegue ao certo. O mais próximo que consigo descrever seria como uma cabeça de piranha com corpo de escorpião, mas sem o rabo, e várias patas imensas. Mas, pensando bem, não é nada disso. Melhor assistir ao filme e tirar suas próprias conclusões.</span></p>
<p><span>Em suma, um filme rápido, empolgante, divertido e sem compromisso.</span></p>
<p><span>As cenas dos ataques, de tão elaboradas, podem ser consideradas icônicas, sem exageros.</span></p>
<p><strong>Imagem<br />
</strong><img class="size-full wp-image-42 alignnone" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></p>
<p><span>O filme é apresentado no seu formato original, de 1.78:1, em resolução de 1080p, com imagem codificada com VC-1.</span></p>
<p><span>Por simular uma gravação amadora através de uma câmera digital, é extremamente difícil avaliar a qualidade da imagem. Embora sem dúvida muito melhor do que as câmeras amadoras do mercado, a imagem, propositadamente, perde o fôco em algumas cenas e não se estabiliza na correria dos personagens.</span></p>
<p><span>Comparando lado a lado com o DVD, não há ganho considerável na qualidade. As vantagens do Blu-Ray são: a representação fiel das áreas escuras (e tem muitas nesse filme, como no túnel do metrô); a nitidez um pouco melhor; e a maior resolução da imagem.</span></p>
<p><strong>Som<br />
</strong><img class="size-full wp-image-37 alignnone" title="5coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="5coroas" width="108" height="19" /></p>
<p><span>Quisera eu ter uma câmera amadora de video que grava áudio em Dolby TrueHD 5.1 com essa qualidade  arrebatadora.</span></p>
<p><span>Bom, enquanto no quesito “imagem” o filme deixa a desejar, o que foi proposital para manter o tom realístico e a forma de documentário amador, o áudio, por outro lado, é destruidor.</span></p>
<p><span>Certamente as cenas do ataque do monstro não teriam o mesmo impacto sem o devido acompanhamento acústico.</span></p>
<p><span>Esse disco serve de </span><em>demo</em><span> para mostrar a potência do seu Home Theater. Por isso se prepare e avise os vizinhos com a necessária antecedência, pois as paredes são tremer e as janelas trincar.</span></p>
<p><span>O disco Blu-Ray também apresenta idioma em francês e espanhol, ambos em Dolby Digital 5.1</span></p>
<p><span>Não há áudio em português.</span></p>
<p><span>As legendas estão disponíveis em <strong>português do Brasil</strong>, inglês, inglês para surdos, francês e espanhol. </span></p>
<p><strong>Extras<br />
</strong><img class="size-full wp-image-42 alignnone" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></p>
<p><span>Os extras consistem em documentários. Nada inovador, mas o conteúdo é interessante.</span></p>
<ul>
<li><span>Document 01.18.08: The Making of Cloverfield (30 min): narra sobre as etapas da produção do filme.</span></li>
<li><span>Cloverfield Visual Effects (23 min): narra os efeitos especiais e a utilização de fundo verde onde os atores contracenam. Posteriormente o fundo verde é substituído por efeitos especiais. Boa parte da cidade decorre de efeitos especiais. Se não fosse por esse documentário, eu teria passado batido. É isso que eu justamente mais prezo em efeitos especiais, a invisibilidade, pois cria todo um ambiente que faz parte das imagens reais e a elas não se sobrepõe.</span></li>
<li><span>I Saw It! It&#8217;s Alive! It&#8217;s Huge!: sobre a criação do monstro.</span></li>
<li><span>Cenas deletadas: nada muito especial, mas vale uma conferida.</span></li>
<li><span>Finais alternativos: também nada muito diferente do final visto no filme. Vale como curiosidade.</span></li>
<li><span>Comentários em áudio do diretor Matt Reeves: aborda basicamente os aspectos técnicos do filme.</span></li>
</ul>
<p><strong><br />
No fim das contas<br />
</strong><img class="size-full wp-image-39 alignnone" title="4coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="4coroas" width="108" height="19" /></p>
<p><span>Um filme muito bacana e divertido. Não é leve, pois uma vez que o ataque começa, lá pelos 15 minutos, é um montanha russa de correria, gritaria e destruição como poucas vezes se viu no cinema. Aí reside a atração do filme para nós, cinéfilos sádicos, que se deliciam com um monstro gigante destruindo uma cidade inteira.</span></p>
<p><span>Para os espectadores casuais, vale pelo menos o aluguel. Para os fãs de filmes de monstro, vale a aquisição.</span></p>
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