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	<title>Blu Rei</title>
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	<description>Tudo sobre Blu-Ray e alta definição no Brasil</description>
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		<title>Em velocidade máxima de dobra, Star Trek (2009).</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 23:22:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Felipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Star Trek é uma explosão de puro espetáculo cinematográfico e um irresistível convite à diversão. O impetuoso e renegado James Kirk (Chris Pine) e o igualmente jovem, meio vulcano, meio humano, Spck (Zachary Quint), estão entre os jovens membros de uma tripulação principiante da Frota estelar, prestes a lançar a mais vançada nave espacial já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2010/01/Star-Trek-09.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-359" title="Star Trek 09" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2010/01/Star-Trek-09.jpg" alt="" width="191" height="270" /></a>Star Trek é uma explosão de puro espetáculo cinematográfico e um irresistível convite à diversão. O impetuoso e renegado James Kirk (Chris Pine) e o igualmente jovem, meio vulcano, meio humano, Spck (Zachary Quint), estão entre os jovens membros de uma tripulação principiante da Frota estelar, prestes a lançar a mais vançada nave espacial já criada: a U.S.S. Enterprise. Durante a incrível viagem galáctica para explorar o espaço, eles conhecerão o diabólico Nero (Eric Bana), cuja missão de vingança ameaça toda a humanidade. Com esta Edição Especial com dois discos, contendo, além do filme de tremendo sucesso, extras especiais totalmente novos, você vai viajar pelos bastidores e mergulhar no empolgante universo cheio de ação de Star Trek, como nunca experimentou antes.</p>
<p><span id="more-357"></span></p>
<p>Star Trek (2009)<br />
Star Trek<br />
Paramount Pictures<br />
Direção: J. J. Abrams<br />
Com Chris Pine, Zachary Quinto, Zoe Saldana, Karl Urban, John Cho, Anton Yelchin, Simon Pegg, Eric Bana, Bruce Greenwood, Winona Ryder e Leonard Nimoy.<br />
126 min<br />
Vídeo: 1080p, 2.35:1<br />
Áudio: Inglês (Dolby TrueHD 5.1), Francês e Espanhol (Dolby Digital 5.1)<br />
Legendas: Inglês, Português, Espanhol e Francês.<br />
Edição: Brasileira ou Americana</p>
<p>O Filme<br />
<a href="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png"><img src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="" title="4coroas" width="108" height="19" class="alignnone size-full wp-image-39" /></a></p>
<p>Jornada nas Estrelas já foi grande. Gozou de prestígio do público e crítica. Criou novos padrões para a televisão. Gerou milhões de fãs em vários países. Tudo isso quase foi perdido nos últimos 10 anos. Mas agora, Jornada nas Estrelas voltou a ser grande. O diretor, J.J. Abrams, entregou um produto divertido, dinâmico e com um certo conteúdo que o diferencia de outros filmes-pipoca mais recentes. Nunca exigi que o novo Star Trek fosse espetacular, mas pelo menos muito divertido e fiel às suas raízes. E foi esse o filme que eu vi.</p>
<p>O roteiro, embora simples, funciona quase com perfeição. Em resumo, o vilão Nero e o Spock original, intepretado por Leonard Nimoy, voltam no tempo por acidente, 126 anos antes. Nero chega primeiro e, durante um ataque à primeira nave da Federação que aparece, a USS Kelvin, seu capitão é morto e o primeiro oficial, George Kirk, assume o comando pelo tempo suficiente para evacuar a nave e salvar os sobreviventes, dentre eles sua esposa no momento do parto do seu filho, James T. Kirk. George morre. A partir desse momento a linha do tempo é alterada e surge uma realidade alternativa, preservando o que já aconteceu nos filmes anteriores, mas estabelecendo essa nova realidade alternativa, o que abre o leque para novas interessantes possibilidades futuras.</p>
<p>O filme, após essa introdução inicial, passa a intercalar a infância de Kirk e Spock e como ambos optaram por ingressar na Frota Estelar. Lá o filme apresenta aos poucos os demais personagens (McCoy, Uhura, Sulu, Checov e Scotty) e como se unem durante a primeira viagem da Enterprise, para combater o vilão Nero e salvar o planeta Terra.</p>
<p>J.J. Abrams acertou em cheio no ritmo acelerado, mantendo o filme ágil e divertido durante seus 126 minutos, que passam num piscar de olhos, sem cansar. A melhor descrição é de uma montanha russa de emoções. Tudo isso sem perder de foco os personagens, justamente a “alma” da Série Clássica.</p>
<p>A química entre os atores funciona que é uma maravilha e é evidente na tela que todos estão curtindo muito os papéis que lhe foram entregues. O famoso triunvirato, Kirk, Spock e McCoy ficou perfeito na interpretação de, respectivamente, Chris Pine, Zachary Quinto e Karl Urban. </p>
<p>Kirk é o personagem principal do filme e, em função disso, Chris Pine está praticamente em todas as cenas. O grande macete é mostrar, de forma verossímil, como Kirk, um jovem desajustado do interior dos EUA, resolve se alistar na Frota Estelar apôs um sermão do capitão Pike (um grande momento do filme) e, após três anos, se mostrar um líder nato, pró-ativo, como o antigo Kirk que conhecemos. É o crescimento interior desse personagem que alicerça o filme. Ao final, Pine personifica a figura do capitão da Enterprise, sem emular os trejeitos do William Shatner. Ponto positivo.</p>
<p>Quinto está ótimo como Spock, mas sentimos falta daquela postura de nobreza que Leonard Nimoy conseguiu impor ao personagem. As comparações são inevitáveis ainda mais porque o próprio Nimoy está no filme, interpretando o Spock já idoso, e sua presença é majestosa. </p>
<p>Karl Urban é um assombro como McCoy. É o único que efetivamente emula o ator original que interpretou o mesmo personagem, DeForest Kelley. A perfeição é incrível, principalmente porque não se trata de uma simples cópia de atuação, mas sim uma homenagem digna de aplausos. Por isso, é o meu personagem preferido no filme.</p>
<p>Os demais atores que intepretam Uhura, Chekov, Sulu, Scotty estão ótimos e, ainda que não se pareçam fisicamente com os atores originais, conseguem atribuir a necessária caracterização para torná-los mais reais, mais humanos, mas perder as qualidades que conhecemos e adoramos nesses personagens.</p>
<p>Eric Bana é o ator menos aproveitado. Interpreta o vilão Nero, que busca vingança pela destruição, no futuro, do seu planeta natal, Romulus. O problema é que Nero tem apenas umas quatro ou cinco cenas e o roteiro se preocupa mais em estabelecer seu papel vingativo do que suas motivações. Em uma cena de flashback é explicado rapidamente porque busca vingança, mas é tudo muito apressado e sem a exposição necessária. É um vilão que serve ao propósito do filme, mas poderia ser muito melhor.</p>
<p>Quanto à produção do filme em si, é simplesmente espetacular. Os efeitos especiais são excelentes.<br />
A minha única ressalva nesse ponto é a própria Enterprise. Eu gostei muito do novo design da nave e de sua nova ponte de comando. Tudo muito moderno e com alguns itens reminescentes da Série Clássica. Mas considero que faltou capricho nas demais áreas. A engenharia, por exemplo não possui um desenho muito bem definido e tem visual muito poluído (cheio de tanques, encanamentos, tubulações etc), o que contradiz o aspecto mais “clean” de outras seções da nave. Ao assistir os documentários no disco dois, de extras, é explicado que as filmagens foram feitas em fábricas de cervejas, para conferir maior realidade ao cenário. Não concordo muito com esse ponto de vista e espero que isso seja “ajustado” no próximo filme.</p>
<p>Também senti falta de algumas tomadas espaciais a mais da Enterprise. Não tanto como fizeram no primeiro filme para o cinema (Star Trek – The Motion Picture, de 1979), mas um meio termo seria apropriado. </p>
<p>A trilha sonora de Michael Giacchino é muito boa, mas faltou um tema de destaque. Aliás, curioso que essa é uma das características que está se perdendo nas trilhas sonoras atuais. Filmes como Batman, Homem de Ferro, Homem-Aranha, etc, não possuem nenhum tema musical marcante, daquelas que ficam na nossa cabeça dias e dias após assistirmos o filme. A última trilha que me marcou de verdade foi a da trilogiais Senhor dos Anéis. Depois disso, difícil me lembrar de outra com a mesma qualidade. Da mesma forma, após assistir ao novo Star Trek, a única música que ficou comigo é a dos créditos finais que, aliás, não é do Michael Giacchino, mas sim do Alexander Courage, justamente a música de abertura da Série Clássica dos anos 60. Nada como música clássica!</p>
<p>Mas não sejamos muito críticos com essas questões, pois o filme tem tantos pontos positivos que não é justo criticar em demasia. São 126 minutos de pura emoção e aventura, que prende não só o fã como o público em geral. A excelente bilheteria inicial do filme já atesta esse fato e o absoluto sucesso financeiro do filme.</p>
<p>Um ponto controvertido e que poderia trazer problemas para os roteiristas é a tal “linha do tempo alternativa” criada pelo vilão Nero ao voltar ao passado e destruir a nave Kelvin. Muitos fãs criticaram muito essa jogada do roteiro, pois comprometia uma premissa do filme: como os personagens se conheceram e começaram a trabalhar em equipe. Verdade, se é uma linha do tempo alternativa, assistimos no filme uma outra realidade, talvez diferente da original, pelo qual os personagens se encontraram de forma totalmente diferente. Mas enxergo por outro aspecto. O roteiro do filme atesta que é o destino que uniu a tripulação da Enterprise, independentemente das motivações e circunstâncias que colocaram cada personagem no seu devido lugar na ponte da Enterprise. Ou seja, essas pessoas estavam predestinadas a trabalharem juntas e salvarem a Terra e o Universo. Achei muito bacana esse lance do roteiro.</p>
<p>Ademais, a participação do Spock original na trama, interpretado por Leonard Nimoy, é um instrumento engenhoso para validar essa história de linha do tempo alternativa.</p>
<p>Para os não-fãs, que não conhecem a história original da série, o filme marca um ponto inicial, que não se prende muito ao que foi estabelecido pela cronologia original. Já para os fãs, a presença do Spock original demonstra a continuidade, pois o personagem veio do futuro e presenciou todas as aventuras que assistimos desde sua primeira aparição no episódio piloto The Cage. Inclusive, o fato do personagem estar no filme e lembrar desses eventos, comprova que a cronologia original está intacta, sem modificações e que a nova linha do tempo introduzida com esse filme é alternativa, não modificativa. Assim, os eventos que conhecemos da série original, podem ou não ocorrerem da forma como vimos. Como diria o próprio Spock, “sempre há possibilidades”.</p>
<p>Em suma, um grande filme e um novo começo mais do que merecedor para a série Jornada nas Estrelas. </p>
<p>Que tenha vida longa e prosperidade.</p>
<p>Imagem<br />
<a href="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png"><img src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="" title="5coroas" width="108" height="19" class="alignnone size-full wp-image-37" /></a></p>
<p>Proporção: 2.35:1<br />
Resolução: 1080p<br />
Codec de video: MPEG-4 AVC Video</p>
<p>Infelizmente a constatação aqui é que dificilmente os cinemas brasileiros são dotados de equipamentos de imagem e som que façam jus à qualidade original do filme exibido. Tive a oportunidade de assistir Star Trek em três diferentes cinemas da Capital paulista, todos tidos como alto padrão para a projeção. </p>
<p>Na primeira exibição, achei a projeção muito escura; na segunda um tanto fora de foco; a terceira foi a melhor, com excelente nitidez e fidelidade de cores, mas o som estava fraco.</p>
<p>Nesse contexto, posso assegurar que só experimentei a qualidade total desse filme, da forma como pretendida pela produção, ao assistí-lo em Blu-Ray em uma TV de 40 polegadas Full HD. Sim, a TV poderia ser maior, mas para o tamanho da minha sala, está absolutamente perfeito. De início, um ligeiro susto, pois o logo da Paramount, logo nos primeiros segundos do filme, apresenta severos artefatos digitais, principalmente nas nuvens. No entanto, logo após o logo, a imagem se estabiliza.</p>
<p>O que mais impressiona nesse filme é a riqueza de detalhes nos cenários, nas roupas e equipamentos. </p>
<p>Tudo é renderizado com grande riqueza na tela da TV. As cores são ricas, com variada paleta, o que pode ser verificado principalmente nos uniformes. O dourado, o azul e o vermelho representam essas exatas cores, sem aquelas variações que costumamos ver no DVD, onde, por exemplo, o vermelho tem ligeira inclinação para um tom escuro de laranja.</p>
<p>Também impressiona o grau de granulação, que certamente estava presente na película original usada para criar o master desse Blu-Ray. A exibição tem todas as características de “filme”, não de conteúdo digital (no sentido de uma limpeza digital na imagem).</p>
<p>Som<br />
<a href="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png"><img src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="" title="5coroas" width="108" height="19" class="alignnone size-full wp-image-37" /></a></p>
<p>O áudio principal é exibido em inglês no formato Dolby TrueHD 5.1 (3603 kbps 5.1 / 24-bit/ 48 kHz). </p>
<p>Para quem não tem um home theater compatível com Dolby TrueHD, o áudio será convertido para Dolby Digital 5.1. (48 kHz / 640 kbps). É simplesmente fenomenal na fidelidade e resolução, com excelente separação entre os canais para provocar a necessária imersão do espectador. Embora existam formatos mais dinâmicos, como DTS-HD Master Áudio 7.1, a Paramount não trabalha com esse formato. Mas se deixe desanimar, pois o áudio desse disco é espetacular.</p>
<p>Destaque para o áudio durante a cena do elo mental entre Kirk e o velho Spock, para constatar um exemplo de como a técnica empregada para separação de canais pode conceder um grande efeito nesse momento específico do filme.</p>
<p>Os demais idiomais (francês e espanhol) estão todos em Dolby Digital 5.1.</p>
<p>As legendas estão disponíveis em Português, Inglês, Espanhol e Francês.</p>
<p>Extras<br />
<a href="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png"><img src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="" title="5coroas" width="108" height="19" class="alignnone size-full wp-image-37" /></a></p>
<p>Hoje em dia é prática mais do que comum entulhar o segundo disco, seja de DVD ou Blu-Ray, com uma série de documentários e entrevistas sobre os bastidores da produção. No entanto, nos últimos anos tem faltado um certo capricho nesse material, muitas vezes redundante, com aquelas entrevistas típicas de pré-lançamento no cinema, em que todos elogiam o trabalho de todos na produção, mas não oferecem maiores detalhes de como a idéia nasceu, se desenvolveu e chegou ao seu produto final.</p>
<p>Como exemplo, uma das grandes decepções, no quesito de extras, foi o Blu-Ray do Batman, o Cavaleiro das Trevas, com material superficial e um tanto desinteressante. Em suma, um grande desperdício, talvez porque a Warner esteja esperando o lançamento do próximo filme para relançar uma edição melhor do segundo filme; ou seja, teremos que pagar novamente pelo produto.</p>
<p>Bom, aqui com Star Trek é o oposto. Ambos os discos estão recheados de material de ótima qualidade, abrangendo absolutamente tudo da produção, desde sua gênese, desenvolvimento, escolha do elenco, inspirações, pré-produção, produção e pós-produção. Tudo é apresentado com grande empolgação e emoção por todos os envolvidos no filme.</p>
<p>É simplesmente surreal ver as imagens dos primeiros testes de maquiagem no Leonard Nimoy no já distante outubro de 2007.</p>
<p>Um dos destaques mais interessantes são as cenas deletadas, principalmente do período de prisão de Nero em Rura Penthe. Todas as cenas foram filmadas, mas para não perder o ritmo central do filme, foram descartadas em última hora. Assim, esse material é muito interessante para conferir o que se passou com Nero durante aqueles 25 anos de espera pela chegada do Spock velho. Os Klingons aparecem todos com capacete, não possibilitando muita visão de suas feições, salvo os olhos, os narizes e as bocas. O visual me pareceu mais animalesco e selvagem. Também é interessante a cena deletada que mostra como Kirk conseguiu trapacear no teste do Kobaiashi Maru.</p>
<p>Outro material que os fãs vão adorar é o passeio interativo pelas renderizações CGI da Enterprise e da Narada, para conferir de perto todos os detalhes dessas naves. Na Enterprise é até possível disparar feisers e torpedos fotônicos.</p>
<p>Infelizmente, um extra muito legal que não pude conferir, por falta de hardware, é a “realidade estendida”, que exige uma webcam; logo, apenas os possuidores de computadores com drive de Blu-Ray ou da câmera de video do Playstation 3 poderão usufruir desse material.</p>
<p>É difícil explicar como funciona, mas a embalagem do Blu-Ray é codificada pelo programa para simular em suas mãos, pela webcam, um modelo da Enterprise, que se move de acordo com os movimentos da mão. Ainda não pude conferir os comentários em áudio durante o filme, mas quem já ouviu garantiu que é obrigatório para saber sobre fatos inusitados da produção.</p>
<p>Segue uma listagem dos extras:</p>
<p>Disco 1<br />
• Comentário de áudio pelo diretor J.J. Abrams, roteiristas Robert Orci and Alex Kurtzman, produtor Damon Lindelof e produtor executivo Bryan Burk.<br />
• NASA News: Acesso pelo BD-Live, através da conexão do player com a Intenet, para acesso de notícias da NASA.</p>
<p>Disco 2<br />
• To Boldly Go: Documentário de 16 min, sobre os desafios de relançar a série de Jornada nas Estrelas nos cinemas. – Mini documentários adicionais:  The Shatner Conundrum / Red Shirt Guy / The Green Girl / Trekker Alert!<br />
• Casting: Documentário de 29 min, sobre a escolha do novo elenco.<br />
• A New Vision: Documentário de 19 min, em que J.J. Abrams explica como pretendeu inserir um visual inovador ao filme.  – Mini-documentário: Savage Pressure<br />
• Starships: documentário de 24 min, sobre o novo visual das naves, especialmente a Enterprise. – Mini documentários adicionais: Warp Explained / Paint Job / Bridge Construction Accelerated / The Captain’s Chair / Button Acting 101 / Shuttle Shuffle / Narada Construction Accelerated<br />
• Aliens: Documentário de 16 min sobre a criação e maquiagem dos alienígenas que aparecem no fime. – mini-documentários adicionais: The Alien Paradox / Big-Eyed Girl / Big Bro Quinto / Klingons / Drakoulias Anatomy 101<br />
• Planets: Documentário de 16 min sobre a criação dos mundos alienígenas, incluindo Vulcano e Delta Vega. – Mini-Documentários Adicionais: Extra Business / Confidentiality<br />
• Props and Costumes: documentário de 9 min. sobre os equipamentos criados para o filme e como se manteram fiéis aos originais, como tricorders, hypo-sprays etc – Mini-Documentários Adicionais: Klingon Wardrobe<br />
• Ben Burtt and the Sounds of Star Trek (BD-exclusive) : Documentário de 11 min sobre os efeitos sonoros.<br />
• Score: Documentário de 2 min em que Michael Giacchino explica como criou a trilha sonora do filme.<br />
 • Gene Roddenberry’s Vision: documentário de 9 min sobre a visão otimista de Gene Roddenberry sobre o futuro.<br />
• Cenas deletadas, nove ao todo, com opção de comentários em áudio.<br />
• Starfleet Vessel Simulator: simulação em CGI da Enterprise e da Narada, totalmente interativa, para melhor conhecer os mínimos detalhes de cada nave. • Gag Reel: 7 min de erros de gravação.</p>
<p>Conclusão<br />
<a href="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png"><img src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="" title="5coroas" width="108" height="19" class="alignnone size-full wp-image-37" /></a></p>
<p>Um dos grandes filmes de 2009, apresentado em um dos melhores discos Blu-Ray de 2009. </p>
<p>Excelente imagem e som.</p>
<p>Extras relevantes e que valem cada minuto de duração. Altamente recomendado e obrigatório para a coleção de trekkers e não-trekkers.</p>
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		<title>O futuro está aqui!</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 16:38:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Felipe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Microservice, fabricante brasileira de CDs e DVDs, anunciou que dará início a produção de discos Blu-Ray em suas instalações em Manaus.

O link da empresa está aqui.
É uma grande notícia para nós brasileiros, pois a fabricação interna dos discos reduzirá consideravelmente o preço dos filmes para os consumidores.
Atualmente os discos Blu-Ray são importados do exterior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-352" title="logoMicroservice" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/08/logoMicroservice.jpg" alt="logoMicroservice" width="179" height="63" />A Microservice, fabricante brasileira de CDs e DVDs, anunciou que dará início a produção de discos Blu-Ray em suas instalações em Manaus.</p>
<p><span id="more-351"></span></p>
<p>O link da empresa está <a href="http://www.microservice.com.br/imprensa/Paginas/Blu-ray%20Microservice.aspx">aqui</a>.</p>
<p>É uma grande notícia para nós brasileiros, pois a fabricação interna dos discos reduzirá consideravelmente o preço dos filmes para os consumidores.</p>
<p>Atualmente os discos Blu-Ray são importados do exterior e apenas embalados aqui, o que gera uma maior tributação e o elevado preço final que varia de R$ 79,90 a R$ 119,90.</p>
<p>O alto valor dos discos nas lojas tem sido o maior obstáculo para a popularização do novo formato de video em alta definição.</p>
<p>A iniciativa da Microservice merece aplausos e poderá viabilizar um importante aumento na venda de discos Blu-Ray no território nacional.</p>
<p>A próxima etapa é a redução do preço dos players que, hoje, custam entre R$ 900,00 e R$ 2.500,00, dependendo do fabricante.</p>
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		<title>Promoção na 2001 Vídeo</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 18:38:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Felipe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A loja online da 2001 Vídeo está com uma ótima promoção de títulos em Blu-Ray, a partir de R$ 59,90.

Clique aqui para conferir a listagem.
Dentre os destaques, filmes das séries James Bond, Planeta dos Macacos e A Profecia.
Enquanto os preços dos discos no Brasil não forem reduzidos, essas promoções são bem interessantes.
Corra! Os estoques são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/07/logo2001.gif" alt="logo2001" title="logo2001" width="140" height="70" class="alignright size-full wp-image-347" />A loja online da 2001 Vídeo está com uma ótima promoção de títulos em Blu-Ray, a partir de R$ 59,90.</p>
<p><span id="more-346"></span></p>
<p>Clique <a href="http://www.2001video.com.br/busca/listagem_disponivel.asp?campo=cod_oferta&#038;procurado=123">aqui</a> para conferir a listagem.</p>
<p>Dentre os destaques, filmes das séries James Bond, Planeta dos Macacos e A Profecia.</p>
<p>Enquanto os preços dos discos no Brasil não forem reduzidos, essas promoções são bem interessantes.</p>
<p>Corra! Os estoques são limitados.</p>
<img src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/?ak_action=api_record_view&id=346&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Resenha: 007 busca vingança em &#8220;Quantum of Solace&#8221;</title>
		<link>http://www.blu-rei.com.br/2009/07/24/quantum-of-solace/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 21:15:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Felipe</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Daniel Craig]]></category>
		<category><![CDATA[James Bond]]></category>
		<category><![CDATA[Quantum of Solace]]></category>

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		<description><![CDATA[Correndo o mundo em uma busca incessante por justiça, Bond conhece a linda e determinada Camille (Olga Kurylenko), que o leva a Dominic Greene (Mathieu Amalric), um impiedoso empresário de grande influência na misteriosa organização Quantum. Quando Bond descobre uma conspiração para controlar um dos mais importantes recursos naturais, ele precisa atravessar um campo minado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-321" title="quantum-of-solace-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/07/quantum-of-solace-capa.png" alt="quantum-of-solace-capa" width="185" height="250" />Correndo o mundo em uma busca incessante por justiça, Bond conhece a linda e determinada Camille (Olga Kurylenko), que o leva a Dominic Greene (Mathieu Amalric), um impiedoso empresário de grande influência na misteriosa organização Quantum. Quando Bond descobre uma conspiração para controlar um dos mais importantes recursos naturais, ele precisa atravessar um campo minado de traições, desilusões e assassinato para neutralizar Greene antes que seja tarde demais!</p>
<p><span id="more-309"></span></p>
<p><strong>Quantum of Solace</strong> (2008)<br />
<em>Quantum of Solace</em><br />
MGM/UA (Fox)<br />
Direção: <strong>Marc Forster</strong><br />
Com <strong>Daniel Craig, Olga Kurylenko, Mathieu Amalric, Judi Dench e Giancarlo Giannini</strong>.<br />
106 min<br />
<strong>Vídeo</strong>: 1080p, 2.35:1<br />
<strong>Áudio</strong>: Inglês (DTS-HD Master Audio 5.1), Português, Francês e Espanhol (Dolby Digital 5.1)<br />
<strong>Legendas</strong>: Inglês, Chinês, Francês, Koreano, Português e Espanhol.<br />
<strong>Edição</strong>: Brasileira ou Americana</p>
<p><strong>O Filme</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-42" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>O filme anterior, Cassino Royale, foi uma verdadeiro marco na série James Bond.</p>
<p>Além de ser um <em>reboot</em>, em que contou a origem do personagem, várias fórmulas dos filmes anteriores foram descartadas para a adoção de novas fórmulas. Isso significou a ausência do uso demasiado de apetrechos eletrônicos, nada de súper-carros e sem o vilão que quer dominar o mundo. Em seu lugar, uma trama com pé no chão, ótimos diálogos, suspense e grandes cenas de ação.</p>
<p>A mudança mais radical certamente foi Daniel Craig, ótimo ator, que interpreta um James Bond mais humano, mas não menos violento.</p>
<p>O novo filme, Quantum of Solace, começa exatamente onde parou o filme anterior, o que também é inédito na série, pois nunca houve a preocupação com a continuidade estrita de um filme para o outro.</p>
<p>Após a morte da agente dupla, Vesper, no filme do Cassino Royale, Bond continua em busca dos responsáveis, o que o leva ao conhecimento da existência de uma organização criminosa internacional, o Quantum, e o plano de depor o presidente da Venezuela para implantação de um regime militar alternativo, aparentemente amigável aos interesses dos EUA, mas há muito mais envolvido.</p>
<p>Há muita ação e aventura, além de um ótimo vilão, interpretado pelo ator francês do momento, Mathieu Amalric.</p>
<p>Embora seja um bom filme, é inferior ao Cassino Royale; mas, por outro lado, muito superior aos últimos interpretados por Pierce Brosman.</p>
<p>O filme peca pela baixa duração, apenas 106 min, o que acarreta em cenas de ação contínuas em detrimento da história. Também não tem os diálogos afiados do Cassino Royale.</p>
<p>Bom, convenhamos que o alto patamar atingido pelo Cassino Royale era difícil de repetir. Tratou-se de um filme que conseguiu tirar a respiração do público não em cenas de ação, mas em uma magnífica cena de jogo de pôquer, com muito suspense e de vital importância para a trama.</p>
<p>Quantum of Solace não tem cena similar, mas tem seus méritos de interesse.</p>
<p><strong>Imagem</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-39" title="4coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="4coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>O filme é apresentado no seu formato original, de 2.35:1, em resolução de 1080p, com imagem masterizada com o codec AVC.</p>
<p>A imagem, embora não seja cristalina, traduz com perfeição a imagem como deve ser de uma película. Há ótima definição, detalhes, cores e, principalmente, a granulação que dá o tom verdadeiro de “filme”, não uma imagem puramente digital.</p>
<p>As tomadas aéreas e do deserto possuem uma grande riqueza de detalhes.</p>
<p>É exatamente essa a função do Blu-Ray, apresentar o filme não necessariamente com imagem cristalina, mas com a perfeita reprodução da película original do filme.</p>
<p><strong>Som</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-37" title="5coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="5coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>O som é absolutamente fenomenal. A trilha original em inglês é oferecida no formato DTS Master Audio 5.1, com excepcional resolução e frequência. É ótimo para impressionar os amigos e criar inimigos dentre os vizinhos, desde que utilizado o apropriado receiver compatível com esse formato.</p>
<p>O disco tem opção de dublagem em português, francês e espanhol, todos em Dolby Digital 5.1.</p>
<p>As legendas estão disponíveis em <strong>português do Brasil</strong>, inglês, chinês, francês, koreano e espanhol.</p>
<p><strong>Extras</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-41" title="2coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/2coroas.png" alt="2coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Os extras, infelizmente, são o ponto fraco dessa edição. Contém apenas aqueles documentários básicos de pré-lançamento do filme. Nada inovador e sem o aprofundamento que os fãs mais exigentes esperam.</p>
<p>Certamente daqui a 2 anos, ou menos, teremos uma edição dupla especial, recheada de extras, como ocorreu com o Blu-Ray do Cassino Royale.</p>
<p>• “Another Way to Die” Music Video (4:31)<br />
• Bond nas Locações (24:45)<br />
• O Início das Filmagens (2:54)<br />
• Nas Locações (3:14)<br />
• Olga Kurylenko e a perseguição da lancha (2:15)<br />
• O Diretor Marc Forster (2:45)<br />
• A Música (2:36)<br />
• Behind the Scenes Clips (45:30)<br />
• Trailers do cinema<br />
• Trailers de Valkyrie, Australia e O Dia em que a Terra Parou.</p>
<p><strong>No fim das contas</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-39" title="4coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="4coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Um bom filme da série James Bond, não tão bom como o antecessor Cassino Royale, mas inquestionavelmente superior aos últimos filmes com o Pierce Brosnan.</p>
<p>Embora seja curto e frenético, não deixa de ser interessante e, principalmente, consolida o ator Daniel Craig como o melhor intérprete de 007 desde Sean Connery.</p>
<p>Absolutamente recomendado.</p>
<img src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/?ak_action=api_record_view&id=309&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Resenha: Tom Cruise tenta matar Hitler em &#8220;Operação Valquíria&#8221;</title>
		<link>http://www.blu-rei.com.br/2009/07/19/resenha-tom-cruise-tenta-matar-hitler-em-operacao-valquiria/</link>
		<comments>http://www.blu-rei.com.br/2009/07/19/resenha-tom-cruise-tenta-matar-hitler-em-operacao-valquiria/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 14:38:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Bryan Singer]]></category>
		<category><![CDATA[Kenneth Branagh]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Valquíria]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Cruise]]></category>
		<category><![CDATA[Valkyrie]]></category>
		<category><![CDATA[Walküre]]></category>

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		<description><![CDATA[Baseado em fatos reais, Operação Valquíria tem um desafio: atrair o interesse de um espectador que sabe, de antemão, qual será o desfecho do plano para tentar assassinar Hitler e substituí-lo no comando do Estado alemão nos momentos finais da Segunda Guerra Mundial. Todos sabem que o ditador só morreu, por suas próprias mãos, depois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-304" title="operacao-valquiria-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/07/operacao-valquiria-capa.png" alt="operacao-valquiria-capa" width="148" height="200" />Baseado em fatos reais, <strong>Operação Valquíria</strong> tem um desafio: atrair o interesse de um espectador que sabe, de antemão, qual será o desfecho do plano para tentar assassinar Hitler e substituí-lo no comando do Estado alemão nos momentos finais da Segunda Guerra Mundial. Todos sabem que o ditador só morreu, por suas próprias mãos, depois que os Aliados invadiram Berlim. Então, qual é a motivação para ver este filme, além de avaliar mais uma atuação de Tom Cruise? De forma surpreendente, há várias &#8212; e a menor delas acaba sendo o desempenho até certo ponto decepcionante do astro.</p>
<p><span id="more-303"></span></p>
<p><strong>Operação Valquíria</strong> (2008)<br />
<em>Valkyrie<br />
</em>MGM/UA (Fox)<br />
De <strong>Bryan Singer</strong><br />
Com <strong>Tom Cruise, Kenneth Branagh, Bill Nighy, Tom Wilkinson, Thomas Kretschmann, Terence Stamp<br />
120 minutos</strong></p>
<p><strong>Vídeo:</strong> 1080p, 1,85:1<br />
<strong>Áudio: </strong>Inglês (DTS-HD 5.1), Francês e Espanhol (Dolby Digital 5.1)<br />
<strong>Legendas: </strong>Inglês para surdos, Espanhol, Francês, Cantonês, Coreano, Mandarim e <strong>Português<br />
Edição: </strong>Brasileira ou Americana</p>
<p><strong>O Filme<br />
</strong><img class="alignnone size-full wp-image-39" title="4coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="4coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>A história, baseada em fatos reais, começa na frente de batalha africana. O coronel Klaus von Stauffenberg (<strong>Tom Cruise</strong>), do exército alemão, trava um duelo com seus superiores a fim de obter autorização de recuar sua tropa, que corre sério risco de ser morta sem chance de defesa pelos combatentes aliados. Em meio a essa discussão, um ataque aéreo surpresa causa sérios danos e quase mata Stauffenberg &#8212; o coronel perde uma das mãos, dois dedos da outra e um olho.</p>
<p>De volta à Alemanha, o militar, que já era crítico ferrenho de Hitler e seu regime, entra para um grupo de insurrectos que formam uma resistência secreta ao ditador e ao mesmo tempo ganha uma promoção que o coloca no seleto grupo dos que têm acesso direto ao Führer. Nasce então um plano para assassiná-lo e usar uma estratégia secreta de contingência aprovada pelo próprio Hitler &#8212; a Operação Valquíria &#8211; para rapidamente assumir o governo e interromper imediatamente a guerra e as atrocidades cometidas pelos nazistas.</p>
<p>Essa história é muito conhecida pelos alemães &#8212; é basicamente a única coisa de que eles se orgulham durante a Segunda Guerra Mundial &#8211;, mas pouco se sabia dela fora da própria Alemanha. Por si só, esse já é um bom motivo para o diretor Bryan Singer e o ator Tom Cruise terem abraçado o projeto. Mas não é um bom motivo para o espectador ver o filme. Com o final previsível, <strong>Operação Valquíria</strong> tem um desafio imenso pela frente &#8212; fazer com que a audiência se preocupe com os detalhes da história, e não com seu desfecho.</p>
<p>Por incrível que pareça, funciona. Para começo de conversa, o filme atrai pela recriação cuidadosa e espetacular do que foi a Alemanha nazista. Mas o que talvez seja mais interessante e inteligente por parte dos cineastas, o grande suspense do filme, a partir da metade, não é mais como o plano <em>deu errado</em>, mas sim como o  plano <em>não deu certo</em>. Porque, em certo momento da história, parece claro que os insurrectos estão conseguindo seu objetivo e têm uma chance real de tomar o poder &#8212; e aí a curiosidade do público fica aguçada para saber como essa meta foi frustrada.</p>
<p>Pode parecer pouca coisa, mas não é. Como todo mundo já entra no filme esperando que o plano dê errado, a cabeça da audiência trabalha apenas em cima do problema de &#8220;como deu errado&#8221;. Ao jogar com isso e inverter a pergunta (&#8220;como não deu certo?&#8221;), Bryan Singer pega o público desprevenido. Funciona.</p>
<p>Tom Cruise não entrega aqui uma de suas mais memoráveis atuações &#8212; e até pela natureza do papel, que consiste num militar cujo principal objetivo é justamente não revelar aos seus inimigos suas verdadeiras intenções. Em compensação, o elenco montado ao redor dele é espetacular, e fica difícil apontar um ou outro destaque, sem cometer injustiças com os demais.</p>
<p>Por fim, é curioso vermos os &#8220;mocinhos&#8221; vestidos de soldados do regime nazista. Ajuda a refletir sobre o fato de que, apesar das atrocidades cometidas pelos alemães, nem todos na Alemanha apoiavam as loucuras de Hitler.</p>
<p>Junte todos esses motivos e guarde um tempinho para ver <strong>Operação Valquíria</strong>. Vale a pena.</p>
<p><strong>Imagem</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-37" title="5coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="5coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Alguns resenhistas andaram fazendo críticas à imagem de <strong>Operação Valquíria</strong>, mas a avaliação do <strong>Blu-Rei</strong> é a de que se trata de puro <em>nitpicking</em>. O que temos aqui é uma transferência de alta qualidade, com a preservação da granulação do filme na quantidade certa e, sobretudo, uma preservação fiel das intenções dos cineastas quando da criação da obra.</p>
<p>Destacam-se na imagem os detalhes que revelam todos os valores de produção &#8212; desde figurinos perfeitos às filmagens em locação na Alemanha &#8212; e a paleta de cores escolhida por Singer para o filme, com uma predominância dos cinzas. Tonalidades estão bem representadas, e temos boa profundidade na imagem. Sinceramente, é preciso se esforçar para encontrar grandes defeitos aqui.</p>
<p><strong>Som</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-39" title="4coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="4coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>A trilha DTS-HD 5.1 traz toda a ambientação esperada de um filme novo, com uma mixagem competente no som <em>surround</em> que coloca o espectador literalmente no meio das cenas. Os diálogos soam com grande clareza e pequenos detalhes sonoros são preservados na trilha. Mas, como não há tantas cenas de ação, não chega a ser material para impressionar os vizinhos (exceto talvez pelas explosões de bombas, que podem acordar alguém no andar de baixo, dependendo do volume do <em>home theater</em>).</p>
<p>Lamentavelmente, uma trilha em português está ausente no disco.</p>
<p><strong>Extras</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-37" title="5coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="5coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Este disco demonstra quanta coisa em HD cabe numa mídia blu-ray (e faz pensar se alguns lançamentos com dois discos realmente precisavam disso ou é apenas questão de <em>status</em>). A expectativa é sempre alta em se tratando de um filme fortemente ancorado em fatos reais, e o conteúdo extra não decepciona. Além de duas trilhas de comentários (uma pelos roteiristas Christopher McQuarrie e Nathan Alexander, e outra com Bryan Singer, Tom Cruise e McQuarrie), temos:</p>
<p>- <em>The Journey to Valkyrie</em> (1080i, 16 minutos) é uma narrativa de como surgiu a ideia para o filme e como ele foi produzido, com <em>insights </em>interessantes sobre as intenções dos cineastas.</p>
<p><em>- The Road to Resistance: A Visual Guide</em> (1080i, 9 minutos) é um interessante guia das locações usadas nas filmagens de <strong>Operação Valquíria</strong> e dos lugares ligados ao líder militar da resistência a Hitler, apresentado por Philipp Von Schulthess (neto do verdadeiro coronel Stauffenberg).</p>
<p>- <em>The African Front Sequence</em> (1080i, 7 minutos) revela detalhes de como foi a filmagem das cenas de abertura do filme, que retratam uma batalha no norte da África.</p>
<p>-<em> Taking to the Air</em> (1080i, 7 minutos) apresenta os esforços feitos pelos cineastas em ter aviões de época verdadeiros, no ar e no solo, durante as filmagens, em vez de simplesmente recriá-los com CGI (o que seria a estratégia mais comum, hoje em dia).</p>
<p>- <em>Recreating Berlin</em> (1080i, 7 minutos) revela os esforços feitos pelos produtores para preservar a fidelidade à época em que se passa o filme (meados dos anos 1940), detalhando as negociações para filmar em locações em Berlim e outras partes da Alemanha.</p>
<p>- <em>92nd Street Y</em> (480p, 39 minutos): Único conteúdo em definição <em>standard</em>  do disco, trata-se de uma entrevista com Tom Cruise e Bryan Singer feita num palco, com uma plateia. Pela natureza do formato, traz nuances interessantes a respeito da abordagem dos dois para o filme.</p>
<p><em>- The Valkyrie Legacy</em> (1080p, 114 minutos) é a grande joia desta seção de extras: um documentário detalhado que aborda basicamente a história de verdade. Bastante completo, ele fala de como Hitler subiu ao poder, as razões que o povo alemão teve para apoiá-lo, como surgiram os cultos anti-semitas e de que maneira começou a surgir uma resistência secreta a seu governo, que culminou com a tentativa de golpe de Estado retratada em <strong>Operação Valquíria</strong>. Além dos fatos daquela época, o documentário também revela o peso que recaiu sobre os alemães após a derrota na Segunda Guerra e a revelação das atrocidades cometidas pelo regime nazista, que fizeram com que, gradualmente, os participantes da insurreição de 1944 parassem de ser vistos como traidores e começassem a representar a imagem dos verdadeiros humanistas e patriotas da Alemanha.</p>
<p>Totalizando: 160 minutos em HD, mais 39 minutos em SD. É coisa pra caramba, num disco só. O único senão &#8212; importante para o público brasileiro &#8212; é que não há legendas em português para nenhum dos extras. Para encará-los, é preciso domínio do inglês. O que pode ser frustrante para o consumidor: tanto conteúdo, ali, na cara dele, e faltam legendas para que ele possa apreciá-lo. </p>
<p><strong>No fim das contas</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-39" title="4coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="4coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Para o público fã de cinema, o filme em si merece no mínimo uma assistida. Para quem coleciona Blu-Ray, é um item que não pode faltar. Mas há alguns senões, ao menos para o público brasileiro. <strong>Operação Valquíria</strong> merecia uma edição mais nacionalizada, com menus em português e legendagem completa (para não falar de uma trilha dublada do filme). Infelizmente, o que temos aqui é a adaptação mínima ao mercado nacional, que acaba por sabotar grande parte do valor didático do filme. De toda forma, impressiona a quantidade de conteúdo no disco e, mesmo com seus defeitos, este é um lançamento bastante recomendável.</p>
<img src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/?ak_action=api_record_view&id=303&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Resenha: &#8220;O Caçador de Pipas&#8221; é montanha-russa emocional</title>
		<link>http://www.blu-rei.com.br/2009/07/09/resenha-o-cacador-de-pipas-e-montanha-russa-emocional/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 22:06:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Caçador de Pipas]]></category>
		<category><![CDATA[Khaled Hosseini]]></category>
		<category><![CDATA[Khalid Abdalla]]></category>
		<category><![CDATA[Kite Runner]]></category>
		<category><![CDATA[Marc Forster]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois que os EUA iniciaram a &#8220;Guerra contra o Terror&#8221; e invadiram o Afeganistão, aquele país subitamente virou moda. Com isso, surgiram vários romances best-sellers ambientados naquela conturbada região do globo, e O Caçador de Pipas foi um dos mais bem-sucedidos desses livros. Natural, portanto, que fosse convertido em filme por Hollywood. O que não garantia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-297" title="cacador-de-pipas-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/07/cacador-de-pipas-capa.png" alt="cacador-de-pipas-capa" width="148" height="200" />Depois que os EUA iniciaram a &#8220;Guerra contra o Terror&#8221; e invadiram o Afeganistão, aquele país subitamente virou moda. Com isso, surgiram vários romances <em>best-sellers</em> ambientados naquela conturbada região do globo, e <strong>O Caçador de Pipas</strong> foi um dos mais bem-sucedidos desses livros. Natural, portanto, que fosse convertido em filme por Hollywood. O que não garantia de modo algum que a adaptação ficasse tão boa e fiel ao espírito original da obra. Mas <strong>O Caçador de Pipas</strong> é um grande filme, que, ao mesmo tempo que expõe uma cultura fora do esquema ocidental, mostra que, em todas as partes do mundo, pessoas são sempre pessoas.</p>
<p><span id="more-294"></span></p>
<p><strong>O Caçador de Pipas </strong>(2007)<br />
<em>The Kite Runner<br />
</em>Dreamworks Pictures (Paramount)<br />
De <strong>Marc Forster<br />
</strong>Com <strong>Khalid Abdalla, Homayoun Ershadi, Zekeria Ebrahimi, Ahmad Khan Mahmoodzada<br />
128 minutos</strong></p>
<p><strong>Vídeo:</strong> 1080p, 2,35:1<br />
<strong>Áudio: </strong>Inglês (Dolby TrueHD 5.1), Francês e Espanhol (Dolby Digital 5.1)<br />
<strong>Legendas: </strong>Inglês, Inglês para surdos, Francês, Espanhol e <strong>Português<br />
Edição: </strong>Brasileira ou Americana</p>
<p><strong>O Filme</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-37" title="5coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="5coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>No fim da década de 1970, o jovem Amir tinha duas ambições: vencer o campeonato de pipas de Cabul e tornar-se escritor. Mas coragem nunca havia sido seu forte. Para defendê-lo, o menino contava com o amigo inseparável Hassan, garoto da mesma idade dele que era filho do criado de seu pai. Os dois viviam juntos, até que um evento trágico separou seus caminhos &#8212; Hassan foi agredido e estuprado por um grupo de garotos mais velhos; Amir viu tudo, mas não teve coragem para agir. O episódio separou os dois. Atormentado pela culpa, Amir fez de tudo para que seu pai se livrasse de Hassan. Acabou conseguindo, mas sua vida estava para mudar ainda mais, quando os soviéticos invadiram o Afeganistão e seu pai teve de fugir com ele para os Estados Unidos.</p>
<p>Já adulto, logo após a publicação de seu primeiro livro na América, ele seria chamado de volta à terra natal, agora dominada pelos fanáticos religiosos do Talibã, e passaria por uma jornada perigosa e cheia de revelações, até buscar a redenção por seus erros do passado.</p>
<p>A sinopse acima, claro, não faz jus ao filme. Recheado de personagens carismáticos, interpretados em sua maioria por atores desconhecidos (o filme é quase todo falado em dari, língua falada no Afeganistão), <strong>O Caçador de Pipas</strong> é incrível em todos os aspectos. O ritmo adotado pelo diretor Marc Forster é perfeito, e a estrutura narrativa, entrelaçando o passado e o presente dos personagens, é incrivelmente bem-feita. Temos aqui a jornada de um anti-herói que é chamado à redenção, de forma extremamente humana e tocante. A combinação de uma atmosfera grandiosa com uma abordagem intimista dos protagonistas funciona de maneira mágica e faz deste filme um drama imperdível para quem aprecia o gênero. É daqueles filmes para ir às lágrimas, tocado pela humanidade da trama.</p>
<p><strong>Imagem<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-39" title="4coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="4coroas" width="108" height="19" /></strong></p>
<p>Contando com locações espetaculares e cenários idem, <strong>O Caçador de Pipas </strong>aparece aqui tão belo quanto possível para um filme que não é recheado de efeitos visuais gerados por computador. Aliás, para não dizer que não falamos em CGI, os voos das pipas, com suas cores vívidas e incríveis movimentos, foram todos orquestrados digitalmente. A combinação com o cenário de fundo é perfeita e o resultado é emocionante e evocativo.</p>
<p>Estamos falando de um filme em que tudo conspira, inclusive no aspecto visual, para tocar o coração do telespectador. Há grande realismo nas imagens, e a transferência em Blu-Ray ajuda a ressaltar essas qualidades: as tonalidades de pele estão perfeitas, e temos grande quantidade de detalhes. Não vi sinais significativos de redução de ruído &#8212; onde a informação visual é menos nítida, a culpa vem em grande parte das características original da filmagem.</p>
<p>Não chega a ser uma transferência de referência, daquelas que a gente usa para demonstrar alta-definição para os amigos, mas é sem dúvida uma ótima apresentação, que deixa o DVD no chinelo.</p>
<p><strong>Som</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-37" title="5coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="5coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Incrível como o áudio em alta definição (Dolby TrueHD 5.1) coloca o telespectador bem no meio da ação. O efeito é notável tanto na festa de aniversário de Amir, na casa do pai dele em Cabul, quanto mais tarde, no retorno do personagem ao Afeganistão, durante uma partida de futebol. Além disso, a ação nos canais frontais, com a predominância das vozes dos atores, soa de maneira cristalina. É intuitivamente mais agradável, embora eu duvide que algum dos leitores desta resenha possa ter se beneficiado desta qualidade para compreender os diálogos em dari do filme. E a qualidade do áudio ajuda também na apreciação da belíssima trilha sonora, uma mistura musical apaixonante.</p>
<p>Difícil imaginar um nível de qualidade de áudio superior para esse filme. Belo trabalho da Dreamworks e da Paramount aqui. E, nesse caso específico, nem dá para reclamar da ausência de uma trilha em português, uma vez que o filme foi feito com o claro intuito de preservar as línguas originais.</p>
<p><strong>Extras</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-42" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>O conteúdo do disco é basicamente o esperado, mas menos do que o desejado. Temos uma curta apresentação por Khaled Hosseini (o autor do livro que inspirou o filme), que pode ser exibida automaticamente antes do filme, à escolha do freguês, ou como um extra por meio do menu. Não é grande conteúdo, além de um &#8220;chamado à ação&#8221; na tentativa de encorajar as pessoas a colaborarem na reconstrução do Afeganistão. Mais interessante, contudo, é a trilha de comentários feita pelo diretor Marc Forster, o autor Khaled Hosseini e o roteirista David Benioff. E o único extra em alta definição é o trailer do filme.</p>
<p>Além disso, temos dois documentários:</p>
<p><em>- Words from The Kite Runner</em> (480p, 15 minutos) é um documentário que relata o esforço de adaptação do livro em roteiro, e como isso se deu com envolvimento consultivo do autor da obra original, mas por meio de um outro escritor, pouco familiarizado com o Afeganistão.</p>
<p><em>- Images from The Kite Runner </em>(480p, 25 minutos) conta todos os detalhes da produção em si: onde tudo foi filmado, a decisão de mantê-lo falado em dari, não em inglês, o recrutamento de jovens atores de Cabul para interpretar os meninos e muito mais. Bacana.</p>
<p><strong>No fim das contas</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-39" title="4coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="4coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>O filme, pelo filme, merece cinco coroas. Uma delas foi perdida no meio do caminho por detalhes técnicos (basicamente, a falta de muitos extras), mas se o seu negócio é cinema, sem se importar muito com os frufrus normalmente ligados a edições de colecionador, não tem nem o que pensar. Aliás, até mesmo para quem só curte adquirir edições cabulosas, <strong>O Caçador de Pipas</strong> é fortemente recomendado, por sua qualidade cinematográfica. O visual de <em>blockbuster</em> e a profundidade de personagens de filmes <em>indie</em> são uma combinação irresistível para qualquer um que aprecie a sétima arte.</p>
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		<title>O que é o Blu-Ray?</title>
		<link>http://www.blu-rei.com.br/2009/07/05/o-que-e-o-blu-ray/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 14:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Felipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[Blu-Ray]]></category>
		<category><![CDATA[Dolby Digital]]></category>
		<category><![CDATA[DTS]]></category>
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		<category><![CDATA[Mpeg-2]]></category>
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		<description><![CDATA[O Blu-Ray, ao contrário do que muitos pensam, não é um formato de video. É simplesmente um disco óptico de grande capacidade de armazenamento. É, portanto, o veículo pelo qual o filme de alta definição é armazenado e, depois, reproduzido nos aparelhos domésticos com ele compatível.

Para exemplificar, vamos analisar duas mídias mais conhecidas.
O CD (Compact [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-288" title="blu_ray_logo" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/07/blu_ray_logo.png" alt="blu_ray_logo" width="80" height="42" />O Blu-Ray, ao contrário do que muitos pensam, não é um formato de video. É simplesmente um disco óptico de grande capacidade de armazenamento. É, portanto, o veículo pelo qual o filme de alta definição é armazenado e, depois, reproduzido nos aparelhos domésticos com ele compatível.</p>
<p><span id="more-285"></span></p>
<p>Para exemplificar, vamos analisar duas mídias mais conhecidas.</p>
<p>O <strong>CD</strong> (Compact Disc), utilizado em larga escala no mercado para distribuição de músicas e softwares de informática, tem capacidade para até 700mb (megabytes), o que comporta até 70 minutos de áudio no formato padrão de CD.</p>
<p>O <strong>DVD</strong> (Digital Versatile Disc), utilizado para distribuição de filmes e, também, para softwares de informática mais pesados, tem capacidade máxima de 9,4GB (gigabytes), o que corresponde a 13 vezes a capacidade de armazenamento do CD.</p>
<p>Já o Blu-Ray tem capacidade para 50GB (gigabytes), o que corresponde a 5 vezes a capacidade do DVD. O disco consegue atingir essa enorme capacidade pois sua leitura é feita através de um laser azul, muito mais preciso do que o laser vermelho utilizado para leitura de CDs e DVDs. Aliás, o nome “Blu-Ray” nasceu justamente do lazer azul; sua tradução literal é “raio azul”.</p>
<p><strong>FORMATO DE VIDEO</strong></p>
<p>O DVD, lançado no mercado internacional em 1997, foi o maior sucesso na distribuição de home video. A versatilidade do disco, igual ao CD, e excelente capacidade de video e áudio desbancaram rapidamente o VHS, média distribuída em tape, com qualidade (hoje) medíocre de video e áudio, e baixa durabilidade.</p>
<p>O DVD suporta a resolução máxima de 720 linhas horizontais e 480 linhas verticais (720&#215;480, mais utilizado como 480p, termo esse que será utilizado neste texto). O áudio pode ser no formato Dolby Digital ou DTS, em até 6 canais independentes. Em suma, o DVD proporciona excelente imagem e som.</p>
<p>Mesmo com esse padrão de excelência, é possível melhorar?<br />
A resposta é sim, através do Blu-Ray.</p>
<p>O DVD, embora ótimo, é uma tecnologia com 12 anos de idade. Muito se aprimorou nos últimos anos com relação à qualidade da imagem das TVs, principalmente com o advento da Alta Definição (High Definition), que suportam resolução de 1280&#215;720 (720p) e, até mesmo, 1920&#215;1080 (1080p); esta última denominada “Full HD”.</p>
<p>Com a imagem cristalina das TVs atuais (desde que nos padrões acima), a idade do DVD começa a aparecer. Resolução baixa (para esse padrão de TV), cores fracas e pouco fiéis, pouca nitidez, artefatos digitais (aqueles bloquinhos que compõem a imagem) etc.</p>
<p>O Blu-Ray, por seu turno, comporta video de Alta Definição, que aproveita ao máximo as TVs com ele compatíveis, principalmente as Full-HD com 1080p.</p>
<p>A diferença de qualidade, embora não tão evidente quando à comparação entre DVD e VHS, é considerável.</p>
<p>O Blu-Ray, ao contrário do DVD, permite que o filme seja a mais próxima réplica da película original. Nitidez, profundidade, textura e fidelidade de cores são os pontos altos dessa tecnologia. O DVD tem ótima resolução de imagem, mas peca nos quesitos acima. Por melhor que o DVD seja, a experiência fica aquém da exibida no cinema (não pelo tamanho da tela, óbvio; mas pela representação fiel do que se viu no cinema).</p>
<p>Como dito acima, o nome Blu-Ray identifica a mídia, não o formato de vídeo. Para compreender este último, a análise passa a ser mais técnica, o que não é do intuito deste texto introdutório. Nada obstante, para ajudar aqueles que pretendem uma pesquisa aprofundada pela internet, o formato de vídeo do Blu-Ray é hoje proporcionado por 3 codecs (tecnologia de compressão de vídeo): <strong>Mpeg-2</strong>, <strong>VC-1</strong> e <strong>AVC</strong>. Os últimos dois são os mais comuns. A questão não é pacífica entre os debates de qual o formato é o melhor, mas há quem diga com propriedade que o <strong>AVC</strong> (utilizado pela Sony, Disney dentre outras) oferece qualidade marginalmente superior ao <strong>VC-1</strong> (utilizado pela Warner e pela Paramount). Ao final, o que é importante deixar claro é que todos esses formatos oferecem imagem de alta definição, de 1920&#215;1080 linhas progressivas, ou simplesmente 1080p.</p>
<p>Em resumo:</p>
<p><strong>Mpeg-2</strong> &#8211; é o mesmo codec utilizado pelos DVDs, mas com a vantagem de operar com níveis de compressão bem mais baixos e com melhorias de definição, em função da maior capacidade de dados do disco Blu-Ray, onde exibe a resolução padrão de alta definição, 1080p.</p>
<p><strong>AVC</strong> &#8211; uma variante do formato de video Mpeg-4, também chamado de H.264. ACV é a abreviatura de Advanced Video Coding. É utilizado, dentre outras distribuidoras, pela Sony e Disney.</p>
<p><strong>VC-1</strong> &#8211; desenvolvido pela Microsoft, é um dos codecs para video de alta definição. É utilizado, dentre outras distribuidoras, pela Warner e Paramount.</p>
<p>A escolha do CODEC depende de vários fatores, sendo os determinantes o custo de licença e a qualidade final do video dependendo da metragem do filme. Discos Blu-Ray com video codificado em <strong>MPEG-2</strong> comportam aproximadamente duas horas de reprodução em alta definição em um disco de camada simples (25 GB). Já os codecs mais avançados, <strong>AVC</strong> e <strong>VC-1</strong>, conseguem dobrar o tempo de reprodução mantendo a mesma qualidade de imagem.</p>
<p><strong>FORMATO DE ÁUDIO</strong></p>
<p>Bom, além da imagem, como o Blu-Ray se sai com relação ao som?</p>
<p>Da mesma forma que a imagem, o Blu-Ray também comporta áudio em alta resolução, com maior fidelidade do que o áudio de CDs e DVDs. No entanto, antes de prosseguir, é importante deixar claro que, para obtenção do máximo poder de áudio que o Blu-Ray oferece, ainda é necessária a aquisição de equipamentos de som que ainda estão em altíssimo patamar de preço no mercado. Atualmente, um home-theater de boa qualidade, já compatível com DVD, já oferece uma excelente qualidade sonora para desfrutar um filme em Blu-Ray, principalmente levando-se em conta que boa parte dos consumidores moram em áreas residenciais, com médio tamanho de sala de televisão e certamente não desejam problemas com os vizinhos.</p>
<p>Bom, para entender os formatos de áudio do Blu-Ray, melhor começarmos pelos formatos do DVD, para um início de compreensão sobre esse tópico.</p>
<p>O formato mais comum de áudio nos DVDs é o <strong>Dolby Digital 5.1</strong>. É um formato de áudio digital, criado pelo Laboratório Dolby, de alta qualidade e que comporta 6 canais independentes de áudio, que serão distribuídos pelas caixas de som do Home Theater, proporcionando uma experiência tridimensional, com som sendo reproduzido a frente, às laterais e atrás do expectador. Alguns filmes também oferecem uma variante desse formato, denominado <strong>Dolby Digital EX</strong>, que oferece 7 canais de áudio.</p>
<p>Outro formato utilizado pelo DVD é o <strong>DTS</strong> que, assim como o <strong>Dolby Digital</strong>, também oferece 6 canais de áudio, mas com qualidade um pouco superior, pois utiliza maior espaço físico no disco. Também possui uma variante denominada <strong>DTS-ES</strong>, que proporciona 7 canais de áudio.</p>
<p>Já o Blu-Ray pode apresentar também esses dois formatos acima (<strong>Dolby Digital</strong> e <strong>DTS</strong>), iguais aos do DVD, como também os formatos próprios de áudio de alta resolução: <strong>Dolby TrueHD</strong>; <strong>DTS-MA</strong> e <strong>PCM 5.1</strong>.</p>
<p>Estes três formatos utilizam maior frequência e resolução sonora de áudio, com menor compressão de dados e, portanto, oferecem uma maior fidelidade do som, praticamente igual à oferecida nos cinemas, senão até mesmo melhor.</p>
<p>No entanto, como já informado, para usufruir esses formatos de áudio, são necessários equipamentos de áudio ainda pouco comuns no mercado e com preços altíssimos, que só valem a pena para verdadeiros entusiastas de home theater com alto poder aquisitivo e, mais importante, uma grande sala de televisão que comporte essa estrutura.</p>
<p>Para o público em geral, um bom home theater compatível com <strong>Dolby Digital</strong> e <strong>DTS</strong> já oferece uma excepcional qualidade de áudio, sem perda considerável na experiência sonora.</p>
<p>Vale lembrar que esses formatos são absolutamente compatíveis entre si. Para quem não tem um home theater próprio para Blu-Ray, o áudio <strong>Dolby TrueHD</strong> será convertido para <strong>Dolby Digital 5.1</strong> (igual ao DVD), assim como o <strong>DTS-MA</strong> será convertido também para <strong>DTS 5.1</strong>.</p>
<p>Em resumo:</p>
<p><strong>PCM 5.1</strong>: 5.1: suporta áudio de 24-bit em até 6 canais de áudio independentes em 96 kHz, sem compressão. A taxa de amostragem é de 6 Mbit/s para Blu-Ray.</p>
<p><strong>Dolby Digital 5.1</strong>: suporta áudio de 24-bit em até 6 canais de áudio independentes em 48 kHz, com compressão. A taxa de amostragem é de 448 Kbit/s para DVDs e 640 Kbit/s para Blu-Ray.</p>
<p><strong>Dolby Digital EX</strong>: suporta áudio de 24-bit em até 7 canais de áudio independentes em 48 kHz, com compressão. A taxa de amostragem é de 448 Kbit/s para DVDs e 640 Kbit/s para Blu-Ray.</p>
<p><strong>Dolby Digital TrueHD</strong>: suporta áudio de 24 bit em até 8 canais de áudio independentes em 96 kHz (ótima qualidade), ou até 6 canais em 192 kHz (excelente qualidade). A taxa de amostragem é de 18 Mbit/s.</p>
<p><strong>DTS 5.1</strong> &#8211; suporta áudio de 24-bit em até 6 canais de áudio independentes em 48 kHz, com compressão. A taxa de amostragem é de 1,536 kbit/s para DVD e Blu-Ray. É muito comum a taxa de amostragem ser reduzida para 768 kbit/s em DVDs, para que o disco comporte outros canais de áudio, principalmente em outros idiomas.</p>
<p><strong>DTS-ES</strong> &#8211; suporta áudio de 24-bit em até 7 canais de áudio independentes em 48 kHz, com compressão. A taxa de amostragem é de 1,536 kbit/s para DVD e Blu-Ray. É muito comum a taxa de amostragem ser reduzida para 768 kbit/s em DVDs, para que o disco comporte outros canais de áudio, principalmente em outros idiomas.</p>
<p><strong>DTS-HD Master Audio</strong>: suporta áudio de 24 bit em até 8 canais de áudio independentes em 96 kHz (ótima qualidade), ou até 2 canais em 192 kHz (excelente qualidade). A taxa de amostragem é de 24,5 Mbit/s.</p>
<p>Os discos Blu-Ray atuais estão optando pelo formato <strong>DTS-HD Master Audio</strong>, cada dia mais cumum nos lançamentos, pois oferece a melhor qualidade possível com adequada taxa de compressão, sem comprometimentos na qualidade.</p>
<p>O formato <strong>PCM-5.1</strong>, muito utilizado nos primeiros discos, praticamente deixou de ser adotado.</p>
<p><strong>OUTROS DIFERENCIAIS</strong></p>
<p>A publicidade em torno do Blu-Ray explora muito a questão da alta qualidade de imagem e som, mas não raro se esquece de outras interessantes características do formato.</p>
<p>Uma função muito bacana no Blu-Ray é a possibilidade de acessar os menus (seleção de cenas, áudio, legendas etc) sem sair do filme.</p>
<p>No DVD, o filme deve ser interrompido para acessar os menus e, não raro, não se permite o retorno de onde se parou.</p>
<p>No Blu-Ray, o menu acessível durante o filme é discreto, ocupando o campo inferior da tela e é navegável enquanto o filme é reproduzido, sem qualquer interrupção.</p>
<p>Outra função que merece destaque é o PIP, a possibilidade de apresentar simultaneamente dois conteúdos de filmes na mesma tela, um ocupando a maior parte do campo e o outro ocupando uma pequena janela. Essa função é muito útil para os extras de bastidores de filmes e comentários de vídeo com o diretor, atores etc.</p>
<p>Mas é importante frisar que essa função, hoje comum nos novos aparelhos (<strong>padrão Blu-Ray 1.1</strong>), não é diretamente compatível com os primeiros aparelhos de Blu-Ray. Estes dependem de atualização no sistema, o que é feito com cabo de rede (baixando da internet a atualização) ou através de pendrive.</p>
<p>O mesmo com relação ao mais novo padrão, <strong>Blu-Ray 2.0</strong>, que permite o acesso de conteúdo na internet. Novos documentários, entrevistas e bate-papos podem ser acessados da internet através dos disco Blu-Ray do respectivo filme. Essa função também é nova e está disponível em determinados novos aparelhos. Alguns equipamentos mais antigos dependem de atualização de sistema (internet, pendrive etc).</p>
<p>Para não provocar receio aos consumidores aderentes ao Blu-Ray, o padrão 2.0 é oficialmente considerado a versão final da tecnologia.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Embora possa se viver perfeitamente com o DVD, a tecnologia do Blu-Ray oferece, hoje, uma alternativa muito interessante, com superior qualidade de imagem e som, o que fica fantástico em uma TV de alta definição e com um bom home-theater.</p>
<p>O mercado, principalmente o internacional, busca a substituição gradual do DVD pelo Blu-Ray nos próximos anos, momento que este deixará de ser uma alternativa e se tornará padrão de consumo.</p>
<p>O sucesso depende não só da redução de preços, mas principalmente da aceitação pelos consumidores.</p>
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		<title>Confira a lista completa de lançamentos nacionais para agosto</title>
		<link>http://www.blu-rei.com.br/2009/07/03/confira-a-lista-completa-de-lancamentos-nacionais-para-agosto/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 21:16:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Muita coisa boa vem aí no mês de agosto. Dos grandes estúdios, só a Universal ficou de fora da festa. A Sony traz como destaque o clássico Os Caça-Fantasmas; a Fox vem com tudo com X-Men Origens: Wolverine e Uma Noite no Museu 2; a Warner entra com Gran Torino e Sim Senhor (antes agendados para junho); [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-281" title="cacafantasmas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/07/cacafantasmas.png" alt="cacafantasmas" width="141" height="141" />Muita coisa boa vem aí no mês de agosto. Dos grandes estúdios, só a Universal ficou de fora da festa. A Sony traz como destaque o clássico <strong>Os Caça-Fantasmas</strong>; a Fox vem com tudo com <strong>X-Men Origens: Wolverine</strong> e <strong>Uma Noite no Museu 2</strong>; a Warner entra com <strong>Gran Torino </strong>e <strong>Sim Senhor</strong> (antes agendados para junho); Disney colabora com <strong>Um Faz de Conta que Acontece</strong>; e, finalmente, a Paramount lança <strong>Atração Fatal</strong> e <strong>Proposta Indecente</strong>, com a promessa de trazer <strong>Watchmen</strong> em 1º de setembro! Confira a lista completa!</p>
<p><span id="more-280"></span></p>
<p><strong>Warner</strong> (4.ago)</p>
<p>Gran Torino<br />
Sim Senhor<br />
Noites de Tormenta<br />
Rock&#8217;n'Rolla &#8211; A Grande Roubada<br />
Amadeus<br />
2010 &#8211; O Ano em que Faremos Contato<br />
O Dossiê Pelicano<br />
A Fantástica Fábrica de Chocolate<br />
Efeito Colateral<br />
Um Dia De Fúria<br />
Um Domingo Qualquer<br />
Muito Além do Jardim</p>
<p><strong>Sony</strong> (5.ago)</p>
<p>Anjos da Noite &#8211; A Rebelião<br />
Os Caça-Fantasmas<br />
Starman &#8211; O Homem das Estrelas<br />
Trovão Azul<br />
Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado<br />
O Expresso da Meia-Noite<br />
Nada É Para Sempre<br />
O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas<br />
Sobre Ontem à Noite&#8230;</p>
<p><strong>Fox</strong> (5.ago)</p>
<p>X-Men Origens: Wolverine<br />
Os Aventureiros do Bairro Proibido<br />
A História do Mundo, Parte I<br />
Nova York Sitiada<br />
Spaceballs &#8211; SOS Tem um Louco Solto no Espaço</p>
<p><strong>Fox</strong> (19.ago)</p>
<p>Uma Noite no Museu 2</p>
<p><strong>Disney</strong> (12.ago)</p>
<p>Um Faz de Conta que Acontece</p>
<p><strong>Paris</strong> (26.ago)</p>
<p>Heróis<br />
O Lutador<br />
P.S. Eu Te Amo<br />
Presságio<br />
Crepúsculo</p>
<p><strong>Paramount</strong> (17.ago)</p>
<p>Atração Fatal<br />
Círculo de Fogo<br />
Proposta Indecente</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Resenha: &#8220;2010&#8243; é boa ficção sob uma cruel comparação</title>
		<link>http://www.blu-rei.com.br/2009/06/29/resenha-2010-e-boa-ficcao-sob-uma-cruel-comparacao/</link>
		<comments>http://www.blu-rei.com.br/2009/06/29/resenha-2010-e-boa-ficcao-sob-uma-cruel-comparacao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 22:16:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Até mesmo o escritor britânico Arthur C. Clarke reconheceu que seria complicadíssimo escrever uma continuação para o clássico 2001: Uma Odisseia no Espaço. Durante anos, ele resistiu a produzir qualquer coisa só para capitalizar em cima do primeiro filme, escrito em parceria com o gênio cinematográfico Stanley Kubrick. Mais de uma década depois, veio a ideia para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-276" title="2010-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/2010-capa.png" alt="2010-capa" width="148" height="200" />Até mesmo o escritor britânico Arthur C. Clarke reconheceu que seria complicadíssimo escrever uma continuação para o clássico <strong>2001: Uma Odisseia no Espaço</strong>. Durante anos, ele resistiu a produzir qualquer coisa só para capitalizar em cima do primeiro filme, escrito em parceria com o gênio cinematográfico Stanley Kubrick. Mais de uma década depois, veio a ideia para uma continuação. E a decisão de levar o novo livro para as telas ficou a cargo do <em>one-man show</em> Peter Hyams, que adaptou, editou, dirigiu e ficou a cargo da fotografia do novo filme. Ruim ele não é, mas as comparações com <strong>2001 </strong>são tão inevitáveis quanto covardes.</p>
<p><span id="more-275"></span></p>
<p><strong>2010: O Ano em que Faremos Contato </strong>(1984)<br />
<em>2010: The Year We Make Contact<br />
</em>MGM (Warner Home Video)<br />
De <strong>Peter Hyams<br />
</strong>Com <strong>Roy Scheider</strong>, <strong>John Lithgow</strong>, <strong>Helen Mirren</strong>, <strong>Bob Balaban e Keir Dullea<br />
116 minutos</strong></p>
<p><strong>Vídeo:</strong> 1080p, 2,40:1<br />
<strong>Áudio: </strong>Inglês (Dolby TrueHD 5.1), Inglês, Francês, Alemão, Espanhol (Dolby Digital 5.1), Italiano (Dolby Digital 2.0), Português (Dolby Digital Mono)<br />
<strong>Legendas: </strong>Inglês, Francês, Espanhol, Dinamarquês, Holandês, Finlandês, Alemão, Italiano, Norueguês, <strong>Português</strong>, Sueco<br />
<strong>Edição: </strong>Brasileira ou Americana</p>
<p><strong>O Filme</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-42" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></p>
<p><strong>2010 </strong>começa com uma visita de um representante russo ao Dr. Helwood Floyd (Roy Scheider), que anos antes havia sido responsável pelo envio da malfadada missão da Discovery a Júpiter. O russo conta que seu governo está pronto para despachar uma missão até o planeta gigante, a fim de desvendar o mistério por trás do monolito gigante descoberto lá. Ocorre que, caso os russos não saibam o que houve com a Discovery, poderiam ter o mesmo fim. Daí a consulta a Floyd.</p>
<p>As respostas podem estar todas guardadas na memória do computador HAL-9000, desligado após um mal-funcionamento que precipitou a tragédia da Discovery. Em vista disso, os russos decidem levar um trio de americanos a bordo da Leonov, para &#8220;ressuscitar&#8221; HAL e colaborar na missão. Enquanto eles rumam para Júpiter, na Terra o estado de tensão entre Estados Unidos e União Soviética atinge proporções que colocam as duas superpotências à beira de uma guerra nuclear.</p>
<p>A &#8220;batida&#8221; de <strong>2010</strong> é completamente diferente da de <strong>2001</strong>. Enquanto o clássico de Kubrick tinha um ar introspectivo e filosófico, a adaptação de Hyams traz um visual muito mais próximo de uma ficção de aventura convencional. Por conta disso, as comparações entre um e outro são tão cruéis. Enquanto o primeiro é uma referência histórica imprescindível aos estudiosos do cinema, o segundo é um filme que pouco agrega ao legado cinematográfico. Em compensação, é quase irresistível &#8220;fazer uma consulta&#8221; a <strong>2010</strong>, depois de todas as perguntas não-respondidas deixadas pelo primeiro filme. Apesar do esquemão tradicional, as respostas trazidas pelo filme de Hyams são satisfatórias e fascinantes. E, do ponto de vista científico, a obra se sustenta como uma bela sequência a <strong>2001</strong>, ainda que mais pedestre. Quem curte ficção científica não pode deixar de ver.</p>
<p><strong>Imagem<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-241" title="2coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/2coroas.png" alt="2coroas" width="108" height="19" /></strong></p>
<p>Infelizmente, o tratamento da Warner neste lançamento foi tão &#8220;catálogo&#8221; quanto possível. Enquanto a edição em Blu-Ray de <strong>2001</strong> recebeu uma remasterização que dá a impressão de que o filme foi produzido ontem (realçando ainda mais os valores de produção da obra-prima de Stanley Kubrick), <strong>2010</strong> é tratado como gado, por assim dizer, na hora da masterização para o disco do raio azul.</p>
<p>O descaso é visível em vários segmentos &#8212; no comecinho, por exemplo, as imagens estáticas que fazem o &#8220;resumo&#8221; de <strong>2001</strong> claramente &#8220;sacodem&#8221; para lá e para cá, um problema que poderia ter sido facilmente corrigido e daria maior qualidade de apresentação ao filme. Em cenas espaciais muito escuras, vemos artefatos de compactação de vídeo &#8212; fenômeno que deveria, por regra, ser excluído de qualquer lançamento <em>top</em> em Blu-Ray. E a qualidade do filme varia de trecho para trecho &#8212; em alguns, temos excesso de ruído, noutros temos tratamento contra granulação tão agressivo que tira detalhes da imagem. Faltou, de fato, um carinho maior por parte da distribuidora na hora de masterizar esse disco. Certamente os fãs de <strong>2010</strong> esperavam mais. Apesar disso tudo, o disco ainda representa uma melhoria sensível sobre a versão de baixa resolução em DVD.</p>
<p><strong>Áudio</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-42" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Uma competente trilha Dolby TrueHD em inglês faz o filme soar melhor do que nunca. Mas que ninguém espere um espetáculo auditivo aqui. A maior parte da ação acontece nos canais frontais, com os diálogos entre os personagens. É um filme bastante falado, e o <em>surround</em> ajuda apenas na ambientação.</p>
<p>Para quem gosta de versão dublada, uma boa e uma má notícia: há uma trilha em português, mas ela tem a qualidade mínima &#8212; Dolby Digital Mono. Só recomendada aos que absolutamente odeiam legendas.</p>
<p><strong>Extras</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-241" title="2coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/2coroas.png" alt="2coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Quase nada neste disco, que não possui menus em português. Temos apenas:</p>
<p>- <em>2010: The Odyssey Continues</em> (9 minutos, 480p) é um documentário produzido na época do próprio filme que conta os bastidores da produção. Melhor que nada, mas carece da profundidade que os assuntos abordados pelo filme mereceria.</p>
<p>- <em>Theatrical Trailer</em> (2 minutos, 480p) é o trailer de cinema do filme.</p>
<p><strong>No fim das contas</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-42" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></p>
<p><strong>2010: O Ano em que Faremos Contato</strong> é uma obra interessante, que agora chega em Blu-Ray com o mínimo necessário para fazer valer a compra. Se você é um fã dessa continuação de <strong>2001</strong>, ou mesmo de ficção científica séria, vale a pena. Mas não espere aqui um lançamento de altíssima qualidade. Fica a torcida para que, chegando o ano que vem (2010), a Warner se anime a fazer uma nova edição, mais vultosa. Infelizmente, a julgar pela popularidade do filme de Peter Hyams, eu não apostaria muitas fichas nisso.</p>
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		<title>Novos blus da Warner chegam com uma doce surpresa!</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 18:49:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[De última hora, a Warner do Brasil resolveu incluir na sua lista de lançamentos marcados para 18 de junho o filme A Fantástica Fábrica de Chocolate (Charlie and the Chocolate Factory), a versão mais recente da adaptação literária, protagonizada por Johnny Depp. Este blu-ray, que já havia sido lançado na Ásia com legendas em português, agora chega ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-262" title="fantastica-fabrica-de-choco" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/fantastica-fabrica-de-choco-150x150.jpg" alt="fantastica-fabrica-de-choco" width="150" height="150" />De última hora, a Warner do Brasil resolveu incluir na sua lista de lançamentos marcados para 18 de junho o filme <strong>A Fantástica Fábrica de Chocolate</strong> <em>(Charlie and the Chocolate Factory</em>), a versão mais recente da adaptação literária, protagonizada por Johnny Depp. Este blu-ray, que já havia sido lançado na Ásia com legendas em português, agora chega ao mercado brasileiro. E, com os preços praticados pela Warner, um marco: é possivelmente um dos primeiros filmes que, pelo preço, valem a pena ser comprados no Brasil! Falta agora &#8220;só&#8221; achá-lo nas lojas!</p>
<p><span id="more-256"></span></p>
<p>Confira a arte de capa deste e dos outros discos recém-lançados pela Warner no país. Destaques para <strong>Gran Torino </strong>e <strong>Sim Senhor.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-268" title="Um-Domingo-Qualquer-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/Um-Domingo-Qualquer-capa.jpg" alt="Um-Domingo-Qualquer-capa" width="300" height="423" /><img class="alignnone size-full wp-image-267" title="Um-dia-de-furia-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/Um-dia-de-furia-capa.jpg" alt="Um-dia-de-furia-capa" width="300" height="423" /><img class="alignnone size-full wp-image-266" title="RocknRolla-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/RocknRolla-capa.jpg" alt="RocknRolla-capa" width="300" height="423" /><img class="alignnone size-full wp-image-265" title="Noites-de-Tormenta-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/Noites-de-Tormenta-capa.jpg" alt="Noites-de-Tormenta-capa" width="300" height="423" /><img class="alignnone size-full wp-image-264" title="Muito-Alem-do-Jardim-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/Muito-Alem-do-Jardim-capa.jpg" alt="Muito-Alem-do-Jardim-capa" width="300" height="423" /><img class="alignnone size-full wp-image-263" title="Gran-Torino-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/Gran-Torino-capa.jpg" alt="Gran-Torino-capa" width="300" height="423" /><img class="alignnone size-full wp-image-262" title="fantastica-fabrica-de-choco" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/fantastica-fabrica-de-choco.jpg" alt="fantastica-fabrica-de-choco" width="300" height="423" /><img class="alignnone size-full wp-image-261" title="Efeito-Colateral-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/Efeito-Colateral-capa.jpg" alt="Efeito-Colateral-capa" width="300" height="423" /><img class="alignnone size-full wp-image-260" title="Dossie-Pelicano-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/Dossie-Pelicano-capa.jpg" alt="Dossie-Pelicano-capa" width="300" height="423" /><img class="alignnone size-full wp-image-259" title="Amadeus-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/Amadeus-capa.jpg" alt="Amadeus-capa" width="300" height="423" /><img class="alignnone size-full wp-image-258" title="2010-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/2010-capa.jpg" alt="2010-capa" width="300" height="423" /><img class="alignnone size-full wp-image-257" title="Sim-Senhor-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/Sim-Senhor-capa.jpg" alt="Sim-Senhor-capa" width="300" height="423" /></p>
<p>Todos os títulos têm áudio em português, salvo <strong>Muito Além do Jardim</strong>, <strong>Um Domingo Qualquer</strong> e <strong>Amadeus. </strong>O preço sugerido para os títulos-catálogo é de R$ 79,90. Vale para todos, exceto <strong>Sim Senhor</strong> e <strong>Gran Torino</strong>, que saem por R$ 99,90.</p>
<p><strong> </strong></p>
<img src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/?ak_action=api_record_view&id=256&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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