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	<title>Blu Rei &#187; Resenhas</title>
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	<description>Tudo sobre Blu-Ray e alta definição no Brasil</description>
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		<title>Em velocidade máxima de dobra, Star Trek (2009).</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 23:22:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Felipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Star Trek é uma explosão de puro espetáculo cinematográfico e um irresistível convite à diversão. O impetuoso e renegado James Kirk (Chris Pine) e o igualmente jovem, meio vulcano, meio humano, Spck (Zachary Quint), estão entre os jovens membros de uma tripulação principiante da Frota estelar, prestes a lançar a mais vançada nave espacial já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2010/01/Star-Trek-09.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-359" title="Star Trek 09" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2010/01/Star-Trek-09.jpg" alt="" width="191" height="270" /></a>Star Trek é uma explosão de puro espetáculo cinematográfico e um irresistível convite à diversão. O impetuoso e renegado James Kirk (Chris Pine) e o igualmente jovem, meio vulcano, meio humano, Spck (Zachary Quint), estão entre os jovens membros de uma tripulação principiante da Frota estelar, prestes a lançar a mais vançada nave espacial já criada: a U.S.S. Enterprise. Durante a incrível viagem galáctica para explorar o espaço, eles conhecerão o diabólico Nero (Eric Bana), cuja missão de vingança ameaça toda a humanidade. Com esta Edição Especial com dois discos, contendo, além do filme de tremendo sucesso, extras especiais totalmente novos, você vai viajar pelos bastidores e mergulhar no empolgante universo cheio de ação de Star Trek, como nunca experimentou antes.</p>
<p><span id="more-357"></span></p>
<p>Star Trek (2009)<br />
Star Trek<br />
Paramount Pictures<br />
Direção: J. J. Abrams<br />
Com Chris Pine, Zachary Quinto, Zoe Saldana, Karl Urban, John Cho, Anton Yelchin, Simon Pegg, Eric Bana, Bruce Greenwood, Winona Ryder e Leonard Nimoy.<br />
126 min<br />
Vídeo: 1080p, 2.35:1<br />
Áudio: Inglês (Dolby TrueHD 5.1), Francês e Espanhol (Dolby Digital 5.1)<br />
Legendas: Inglês, Português, Espanhol e Francês.<br />
Edição: Brasileira ou Americana</p>
<p>O Filme<br />
<a href="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png"><img src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="" title="4coroas" width="108" height="19" class="alignnone size-full wp-image-39" /></a></p>
<p>Jornada nas Estrelas já foi grande. Gozou de prestígio do público e crítica. Criou novos padrões para a televisão. Gerou milhões de fãs em vários países. Tudo isso quase foi perdido nos últimos 10 anos. Mas agora, Jornada nas Estrelas voltou a ser grande. O diretor, J.J. Abrams, entregou um produto divertido, dinâmico e com um certo conteúdo que o diferencia de outros filmes-pipoca mais recentes. Nunca exigi que o novo Star Trek fosse espetacular, mas pelo menos muito divertido e fiel às suas raízes. E foi esse o filme que eu vi.</p>
<p>O roteiro, embora simples, funciona quase com perfeição. Em resumo, o vilão Nero e o Spock original, intepretado por Leonard Nimoy, voltam no tempo por acidente, 126 anos antes. Nero chega primeiro e, durante um ataque à primeira nave da Federação que aparece, a USS Kelvin, seu capitão é morto e o primeiro oficial, George Kirk, assume o comando pelo tempo suficiente para evacuar a nave e salvar os sobreviventes, dentre eles sua esposa no momento do parto do seu filho, James T. Kirk. George morre. A partir desse momento a linha do tempo é alterada e surge uma realidade alternativa, preservando o que já aconteceu nos filmes anteriores, mas estabelecendo essa nova realidade alternativa, o que abre o leque para novas interessantes possibilidades futuras.</p>
<p>O filme, após essa introdução inicial, passa a intercalar a infância de Kirk e Spock e como ambos optaram por ingressar na Frota Estelar. Lá o filme apresenta aos poucos os demais personagens (McCoy, Uhura, Sulu, Checov e Scotty) e como se unem durante a primeira viagem da Enterprise, para combater o vilão Nero e salvar o planeta Terra.</p>
<p>J.J. Abrams acertou em cheio no ritmo acelerado, mantendo o filme ágil e divertido durante seus 126 minutos, que passam num piscar de olhos, sem cansar. A melhor descrição é de uma montanha russa de emoções. Tudo isso sem perder de foco os personagens, justamente a “alma” da Série Clássica.</p>
<p>A química entre os atores funciona que é uma maravilha e é evidente na tela que todos estão curtindo muito os papéis que lhe foram entregues. O famoso triunvirato, Kirk, Spock e McCoy ficou perfeito na interpretação de, respectivamente, Chris Pine, Zachary Quinto e Karl Urban. </p>
<p>Kirk é o personagem principal do filme e, em função disso, Chris Pine está praticamente em todas as cenas. O grande macete é mostrar, de forma verossímil, como Kirk, um jovem desajustado do interior dos EUA, resolve se alistar na Frota Estelar apôs um sermão do capitão Pike (um grande momento do filme) e, após três anos, se mostrar um líder nato, pró-ativo, como o antigo Kirk que conhecemos. É o crescimento interior desse personagem que alicerça o filme. Ao final, Pine personifica a figura do capitão da Enterprise, sem emular os trejeitos do William Shatner. Ponto positivo.</p>
<p>Quinto está ótimo como Spock, mas sentimos falta daquela postura de nobreza que Leonard Nimoy conseguiu impor ao personagem. As comparações são inevitáveis ainda mais porque o próprio Nimoy está no filme, interpretando o Spock já idoso, e sua presença é majestosa. </p>
<p>Karl Urban é um assombro como McCoy. É o único que efetivamente emula o ator original que interpretou o mesmo personagem, DeForest Kelley. A perfeição é incrível, principalmente porque não se trata de uma simples cópia de atuação, mas sim uma homenagem digna de aplausos. Por isso, é o meu personagem preferido no filme.</p>
<p>Os demais atores que intepretam Uhura, Chekov, Sulu, Scotty estão ótimos e, ainda que não se pareçam fisicamente com os atores originais, conseguem atribuir a necessária caracterização para torná-los mais reais, mais humanos, mas perder as qualidades que conhecemos e adoramos nesses personagens.</p>
<p>Eric Bana é o ator menos aproveitado. Interpreta o vilão Nero, que busca vingança pela destruição, no futuro, do seu planeta natal, Romulus. O problema é que Nero tem apenas umas quatro ou cinco cenas e o roteiro se preocupa mais em estabelecer seu papel vingativo do que suas motivações. Em uma cena de flashback é explicado rapidamente porque busca vingança, mas é tudo muito apressado e sem a exposição necessária. É um vilão que serve ao propósito do filme, mas poderia ser muito melhor.</p>
<p>Quanto à produção do filme em si, é simplesmente espetacular. Os efeitos especiais são excelentes.<br />
A minha única ressalva nesse ponto é a própria Enterprise. Eu gostei muito do novo design da nave e de sua nova ponte de comando. Tudo muito moderno e com alguns itens reminescentes da Série Clássica. Mas considero que faltou capricho nas demais áreas. A engenharia, por exemplo não possui um desenho muito bem definido e tem visual muito poluído (cheio de tanques, encanamentos, tubulações etc), o que contradiz o aspecto mais “clean” de outras seções da nave. Ao assistir os documentários no disco dois, de extras, é explicado que as filmagens foram feitas em fábricas de cervejas, para conferir maior realidade ao cenário. Não concordo muito com esse ponto de vista e espero que isso seja “ajustado” no próximo filme.</p>
<p>Também senti falta de algumas tomadas espaciais a mais da Enterprise. Não tanto como fizeram no primeiro filme para o cinema (Star Trek – The Motion Picture, de 1979), mas um meio termo seria apropriado. </p>
<p>A trilha sonora de Michael Giacchino é muito boa, mas faltou um tema de destaque. Aliás, curioso que essa é uma das características que está se perdendo nas trilhas sonoras atuais. Filmes como Batman, Homem de Ferro, Homem-Aranha, etc, não possuem nenhum tema musical marcante, daquelas que ficam na nossa cabeça dias e dias após assistirmos o filme. A última trilha que me marcou de verdade foi a da trilogiais Senhor dos Anéis. Depois disso, difícil me lembrar de outra com a mesma qualidade. Da mesma forma, após assistir ao novo Star Trek, a única música que ficou comigo é a dos créditos finais que, aliás, não é do Michael Giacchino, mas sim do Alexander Courage, justamente a música de abertura da Série Clássica dos anos 60. Nada como música clássica!</p>
<p>Mas não sejamos muito críticos com essas questões, pois o filme tem tantos pontos positivos que não é justo criticar em demasia. São 126 minutos de pura emoção e aventura, que prende não só o fã como o público em geral. A excelente bilheteria inicial do filme já atesta esse fato e o absoluto sucesso financeiro do filme.</p>
<p>Um ponto controvertido e que poderia trazer problemas para os roteiristas é a tal “linha do tempo alternativa” criada pelo vilão Nero ao voltar ao passado e destruir a nave Kelvin. Muitos fãs criticaram muito essa jogada do roteiro, pois comprometia uma premissa do filme: como os personagens se conheceram e começaram a trabalhar em equipe. Verdade, se é uma linha do tempo alternativa, assistimos no filme uma outra realidade, talvez diferente da original, pelo qual os personagens se encontraram de forma totalmente diferente. Mas enxergo por outro aspecto. O roteiro do filme atesta que é o destino que uniu a tripulação da Enterprise, independentemente das motivações e circunstâncias que colocaram cada personagem no seu devido lugar na ponte da Enterprise. Ou seja, essas pessoas estavam predestinadas a trabalharem juntas e salvarem a Terra e o Universo. Achei muito bacana esse lance do roteiro.</p>
<p>Ademais, a participação do Spock original na trama, interpretado por Leonard Nimoy, é um instrumento engenhoso para validar essa história de linha do tempo alternativa.</p>
<p>Para os não-fãs, que não conhecem a história original da série, o filme marca um ponto inicial, que não se prende muito ao que foi estabelecido pela cronologia original. Já para os fãs, a presença do Spock original demonstra a continuidade, pois o personagem veio do futuro e presenciou todas as aventuras que assistimos desde sua primeira aparição no episódio piloto The Cage. Inclusive, o fato do personagem estar no filme e lembrar desses eventos, comprova que a cronologia original está intacta, sem modificações e que a nova linha do tempo introduzida com esse filme é alternativa, não modificativa. Assim, os eventos que conhecemos da série original, podem ou não ocorrerem da forma como vimos. Como diria o próprio Spock, “sempre há possibilidades”.</p>
<p>Em suma, um grande filme e um novo começo mais do que merecedor para a série Jornada nas Estrelas. </p>
<p>Que tenha vida longa e prosperidade.</p>
<p>Imagem<br />
<a href="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png"><img src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="" title="5coroas" width="108" height="19" class="alignnone size-full wp-image-37" /></a></p>
<p>Proporção: 2.35:1<br />
Resolução: 1080p<br />
Codec de video: MPEG-4 AVC Video</p>
<p>Infelizmente a constatação aqui é que dificilmente os cinemas brasileiros são dotados de equipamentos de imagem e som que façam jus à qualidade original do filme exibido. Tive a oportunidade de assistir Star Trek em três diferentes cinemas da Capital paulista, todos tidos como alto padrão para a projeção. </p>
<p>Na primeira exibição, achei a projeção muito escura; na segunda um tanto fora de foco; a terceira foi a melhor, com excelente nitidez e fidelidade de cores, mas o som estava fraco.</p>
<p>Nesse contexto, posso assegurar que só experimentei a qualidade total desse filme, da forma como pretendida pela produção, ao assistí-lo em Blu-Ray em uma TV de 40 polegadas Full HD. Sim, a TV poderia ser maior, mas para o tamanho da minha sala, está absolutamente perfeito. De início, um ligeiro susto, pois o logo da Paramount, logo nos primeiros segundos do filme, apresenta severos artefatos digitais, principalmente nas nuvens. No entanto, logo após o logo, a imagem se estabiliza.</p>
<p>O que mais impressiona nesse filme é a riqueza de detalhes nos cenários, nas roupas e equipamentos. </p>
<p>Tudo é renderizado com grande riqueza na tela da TV. As cores são ricas, com variada paleta, o que pode ser verificado principalmente nos uniformes. O dourado, o azul e o vermelho representam essas exatas cores, sem aquelas variações que costumamos ver no DVD, onde, por exemplo, o vermelho tem ligeira inclinação para um tom escuro de laranja.</p>
<p>Também impressiona o grau de granulação, que certamente estava presente na película original usada para criar o master desse Blu-Ray. A exibição tem todas as características de “filme”, não de conteúdo digital (no sentido de uma limpeza digital na imagem).</p>
<p>Som<br />
<a href="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png"><img src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="" title="5coroas" width="108" height="19" class="alignnone size-full wp-image-37" /></a></p>
<p>O áudio principal é exibido em inglês no formato Dolby TrueHD 5.1 (3603 kbps 5.1 / 24-bit/ 48 kHz). </p>
<p>Para quem não tem um home theater compatível com Dolby TrueHD, o áudio será convertido para Dolby Digital 5.1. (48 kHz / 640 kbps). É simplesmente fenomenal na fidelidade e resolução, com excelente separação entre os canais para provocar a necessária imersão do espectador. Embora existam formatos mais dinâmicos, como DTS-HD Master Áudio 7.1, a Paramount não trabalha com esse formato. Mas se deixe desanimar, pois o áudio desse disco é espetacular.</p>
<p>Destaque para o áudio durante a cena do elo mental entre Kirk e o velho Spock, para constatar um exemplo de como a técnica empregada para separação de canais pode conceder um grande efeito nesse momento específico do filme.</p>
<p>Os demais idiomais (francês e espanhol) estão todos em Dolby Digital 5.1.</p>
<p>As legendas estão disponíveis em Português, Inglês, Espanhol e Francês.</p>
<p>Extras<br />
<a href="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png"><img src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="" title="5coroas" width="108" height="19" class="alignnone size-full wp-image-37" /></a></p>
<p>Hoje em dia é prática mais do que comum entulhar o segundo disco, seja de DVD ou Blu-Ray, com uma série de documentários e entrevistas sobre os bastidores da produção. No entanto, nos últimos anos tem faltado um certo capricho nesse material, muitas vezes redundante, com aquelas entrevistas típicas de pré-lançamento no cinema, em que todos elogiam o trabalho de todos na produção, mas não oferecem maiores detalhes de como a idéia nasceu, se desenvolveu e chegou ao seu produto final.</p>
<p>Como exemplo, uma das grandes decepções, no quesito de extras, foi o Blu-Ray do Batman, o Cavaleiro das Trevas, com material superficial e um tanto desinteressante. Em suma, um grande desperdício, talvez porque a Warner esteja esperando o lançamento do próximo filme para relançar uma edição melhor do segundo filme; ou seja, teremos que pagar novamente pelo produto.</p>
<p>Bom, aqui com Star Trek é o oposto. Ambos os discos estão recheados de material de ótima qualidade, abrangendo absolutamente tudo da produção, desde sua gênese, desenvolvimento, escolha do elenco, inspirações, pré-produção, produção e pós-produção. Tudo é apresentado com grande empolgação e emoção por todos os envolvidos no filme.</p>
<p>É simplesmente surreal ver as imagens dos primeiros testes de maquiagem no Leonard Nimoy no já distante outubro de 2007.</p>
<p>Um dos destaques mais interessantes são as cenas deletadas, principalmente do período de prisão de Nero em Rura Penthe. Todas as cenas foram filmadas, mas para não perder o ritmo central do filme, foram descartadas em última hora. Assim, esse material é muito interessante para conferir o que se passou com Nero durante aqueles 25 anos de espera pela chegada do Spock velho. Os Klingons aparecem todos com capacete, não possibilitando muita visão de suas feições, salvo os olhos, os narizes e as bocas. O visual me pareceu mais animalesco e selvagem. Também é interessante a cena deletada que mostra como Kirk conseguiu trapacear no teste do Kobaiashi Maru.</p>
<p>Outro material que os fãs vão adorar é o passeio interativo pelas renderizações CGI da Enterprise e da Narada, para conferir de perto todos os detalhes dessas naves. Na Enterprise é até possível disparar feisers e torpedos fotônicos.</p>
<p>Infelizmente, um extra muito legal que não pude conferir, por falta de hardware, é a “realidade estendida”, que exige uma webcam; logo, apenas os possuidores de computadores com drive de Blu-Ray ou da câmera de video do Playstation 3 poderão usufruir desse material.</p>
<p>É difícil explicar como funciona, mas a embalagem do Blu-Ray é codificada pelo programa para simular em suas mãos, pela webcam, um modelo da Enterprise, que se move de acordo com os movimentos da mão. Ainda não pude conferir os comentários em áudio durante o filme, mas quem já ouviu garantiu que é obrigatório para saber sobre fatos inusitados da produção.</p>
<p>Segue uma listagem dos extras:</p>
<p>Disco 1<br />
• Comentário de áudio pelo diretor J.J. Abrams, roteiristas Robert Orci and Alex Kurtzman, produtor Damon Lindelof e produtor executivo Bryan Burk.<br />
• NASA News: Acesso pelo BD-Live, através da conexão do player com a Intenet, para acesso de notícias da NASA.</p>
<p>Disco 2<br />
• To Boldly Go: Documentário de 16 min, sobre os desafios de relançar a série de Jornada nas Estrelas nos cinemas. – Mini documentários adicionais:  The Shatner Conundrum / Red Shirt Guy / The Green Girl / Trekker Alert!<br />
• Casting: Documentário de 29 min, sobre a escolha do novo elenco.<br />
• A New Vision: Documentário de 19 min, em que J.J. Abrams explica como pretendeu inserir um visual inovador ao filme.  – Mini-documentário: Savage Pressure<br />
• Starships: documentário de 24 min, sobre o novo visual das naves, especialmente a Enterprise. – Mini documentários adicionais: Warp Explained / Paint Job / Bridge Construction Accelerated / The Captain’s Chair / Button Acting 101 / Shuttle Shuffle / Narada Construction Accelerated<br />
• Aliens: Documentário de 16 min sobre a criação e maquiagem dos alienígenas que aparecem no fime. – mini-documentários adicionais: The Alien Paradox / Big-Eyed Girl / Big Bro Quinto / Klingons / Drakoulias Anatomy 101<br />
• Planets: Documentário de 16 min sobre a criação dos mundos alienígenas, incluindo Vulcano e Delta Vega. – Mini-Documentários Adicionais: Extra Business / Confidentiality<br />
• Props and Costumes: documentário de 9 min. sobre os equipamentos criados para o filme e como se manteram fiéis aos originais, como tricorders, hypo-sprays etc – Mini-Documentários Adicionais: Klingon Wardrobe<br />
• Ben Burtt and the Sounds of Star Trek (BD-exclusive) : Documentário de 11 min sobre os efeitos sonoros.<br />
• Score: Documentário de 2 min em que Michael Giacchino explica como criou a trilha sonora do filme.<br />
 • Gene Roddenberry’s Vision: documentário de 9 min sobre a visão otimista de Gene Roddenberry sobre o futuro.<br />
• Cenas deletadas, nove ao todo, com opção de comentários em áudio.<br />
• Starfleet Vessel Simulator: simulação em CGI da Enterprise e da Narada, totalmente interativa, para melhor conhecer os mínimos detalhes de cada nave. • Gag Reel: 7 min de erros de gravação.</p>
<p>Conclusão<br />
<a href="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png"><img src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="" title="5coroas" width="108" height="19" class="alignnone size-full wp-image-37" /></a></p>
<p>Um dos grandes filmes de 2009, apresentado em um dos melhores discos Blu-Ray de 2009. </p>
<p>Excelente imagem e som.</p>
<p>Extras relevantes e que valem cada minuto de duração. Altamente recomendado e obrigatório para a coleção de trekkers e não-trekkers.</p>
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		<item>
		<title>Resenha: 007 busca vingança em &#8220;Quantum of Solace&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 21:15:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Felipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[007]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Craig]]></category>
		<category><![CDATA[James Bond]]></category>
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		<description><![CDATA[Correndo o mundo em uma busca incessante por justiça, Bond conhece a linda e determinada Camille (Olga Kurylenko), que o leva a Dominic Greene (Mathieu Amalric), um impiedoso empresário de grande influência na misteriosa organização Quantum. Quando Bond descobre uma conspiração para controlar um dos mais importantes recursos naturais, ele precisa atravessar um campo minado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-321" title="quantum-of-solace-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/07/quantum-of-solace-capa.png" alt="quantum-of-solace-capa" width="185" height="250" />Correndo o mundo em uma busca incessante por justiça, Bond conhece a linda e determinada Camille (Olga Kurylenko), que o leva a Dominic Greene (Mathieu Amalric), um impiedoso empresário de grande influência na misteriosa organização Quantum. Quando Bond descobre uma conspiração para controlar um dos mais importantes recursos naturais, ele precisa atravessar um campo minado de traições, desilusões e assassinato para neutralizar Greene antes que seja tarde demais!</p>
<p><span id="more-309"></span></p>
<p><strong>Quantum of Solace</strong> (2008)<br />
<em>Quantum of Solace</em><br />
MGM/UA (Fox)<br />
Direção: <strong>Marc Forster</strong><br />
Com <strong>Daniel Craig, Olga Kurylenko, Mathieu Amalric, Judi Dench e Giancarlo Giannini</strong>.<br />
106 min<br />
<strong>Vídeo</strong>: 1080p, 2.35:1<br />
<strong>Áudio</strong>: Inglês (DTS-HD Master Audio 5.1), Português, Francês e Espanhol (Dolby Digital 5.1)<br />
<strong>Legendas</strong>: Inglês, Chinês, Francês, Koreano, Português e Espanhol.<br />
<strong>Edição</strong>: Brasileira ou Americana</p>
<p><strong>O Filme</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-42" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>O filme anterior, Cassino Royale, foi uma verdadeiro marco na série James Bond.</p>
<p>Além de ser um <em>reboot</em>, em que contou a origem do personagem, várias fórmulas dos filmes anteriores foram descartadas para a adoção de novas fórmulas. Isso significou a ausência do uso demasiado de apetrechos eletrônicos, nada de súper-carros e sem o vilão que quer dominar o mundo. Em seu lugar, uma trama com pé no chão, ótimos diálogos, suspense e grandes cenas de ação.</p>
<p>A mudança mais radical certamente foi Daniel Craig, ótimo ator, que interpreta um James Bond mais humano, mas não menos violento.</p>
<p>O novo filme, Quantum of Solace, começa exatamente onde parou o filme anterior, o que também é inédito na série, pois nunca houve a preocupação com a continuidade estrita de um filme para o outro.</p>
<p>Após a morte da agente dupla, Vesper, no filme do Cassino Royale, Bond continua em busca dos responsáveis, o que o leva ao conhecimento da existência de uma organização criminosa internacional, o Quantum, e o plano de depor o presidente da Venezuela para implantação de um regime militar alternativo, aparentemente amigável aos interesses dos EUA, mas há muito mais envolvido.</p>
<p>Há muita ação e aventura, além de um ótimo vilão, interpretado pelo ator francês do momento, Mathieu Amalric.</p>
<p>Embora seja um bom filme, é inferior ao Cassino Royale; mas, por outro lado, muito superior aos últimos interpretados por Pierce Brosman.</p>
<p>O filme peca pela baixa duração, apenas 106 min, o que acarreta em cenas de ação contínuas em detrimento da história. Também não tem os diálogos afiados do Cassino Royale.</p>
<p>Bom, convenhamos que o alto patamar atingido pelo Cassino Royale era difícil de repetir. Tratou-se de um filme que conseguiu tirar a respiração do público não em cenas de ação, mas em uma magnífica cena de jogo de pôquer, com muito suspense e de vital importância para a trama.</p>
<p>Quantum of Solace não tem cena similar, mas tem seus méritos de interesse.</p>
<p><strong>Imagem</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-39" title="4coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="4coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>O filme é apresentado no seu formato original, de 2.35:1, em resolução de 1080p, com imagem masterizada com o codec AVC.</p>
<p>A imagem, embora não seja cristalina, traduz com perfeição a imagem como deve ser de uma película. Há ótima definição, detalhes, cores e, principalmente, a granulação que dá o tom verdadeiro de “filme”, não uma imagem puramente digital.</p>
<p>As tomadas aéreas e do deserto possuem uma grande riqueza de detalhes.</p>
<p>É exatamente essa a função do Blu-Ray, apresentar o filme não necessariamente com imagem cristalina, mas com a perfeita reprodução da película original do filme.</p>
<p><strong>Som</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-37" title="5coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="5coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>O som é absolutamente fenomenal. A trilha original em inglês é oferecida no formato DTS Master Audio 5.1, com excepcional resolução e frequência. É ótimo para impressionar os amigos e criar inimigos dentre os vizinhos, desde que utilizado o apropriado receiver compatível com esse formato.</p>
<p>O disco tem opção de dublagem em português, francês e espanhol, todos em Dolby Digital 5.1.</p>
<p>As legendas estão disponíveis em <strong>português do Brasil</strong>, inglês, chinês, francês, koreano e espanhol.</p>
<p><strong>Extras</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-41" title="2coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/2coroas.png" alt="2coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Os extras, infelizmente, são o ponto fraco dessa edição. Contém apenas aqueles documentários básicos de pré-lançamento do filme. Nada inovador e sem o aprofundamento que os fãs mais exigentes esperam.</p>
<p>Certamente daqui a 2 anos, ou menos, teremos uma edição dupla especial, recheada de extras, como ocorreu com o Blu-Ray do Cassino Royale.</p>
<p>• “Another Way to Die” Music Video (4:31)<br />
• Bond nas Locações (24:45)<br />
• O Início das Filmagens (2:54)<br />
• Nas Locações (3:14)<br />
• Olga Kurylenko e a perseguição da lancha (2:15)<br />
• O Diretor Marc Forster (2:45)<br />
• A Música (2:36)<br />
• Behind the Scenes Clips (45:30)<br />
• Trailers do cinema<br />
• Trailers de Valkyrie, Australia e O Dia em que a Terra Parou.</p>
<p><strong>No fim das contas</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-39" title="4coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="4coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Um bom filme da série James Bond, não tão bom como o antecessor Cassino Royale, mas inquestionavelmente superior aos últimos filmes com o Pierce Brosnan.</p>
<p>Embora seja curto e frenético, não deixa de ser interessante e, principalmente, consolida o ator Daniel Craig como o melhor intérprete de 007 desde Sean Connery.</p>
<p>Absolutamente recomendado.</p>
<img src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/?ak_action=api_record_view&id=309&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Resenha: Tom Cruise tenta matar Hitler em &#8220;Operação Valquíria&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 14:38:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Bryan Singer]]></category>
		<category><![CDATA[Kenneth Branagh]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Valquíria]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Cruise]]></category>
		<category><![CDATA[Valkyrie]]></category>
		<category><![CDATA[Walküre]]></category>

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		<description><![CDATA[Baseado em fatos reais, Operação Valquíria tem um desafio: atrair o interesse de um espectador que sabe, de antemão, qual será o desfecho do plano para tentar assassinar Hitler e substituí-lo no comando do Estado alemão nos momentos finais da Segunda Guerra Mundial. Todos sabem que o ditador só morreu, por suas próprias mãos, depois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-304" title="operacao-valquiria-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/07/operacao-valquiria-capa.png" alt="operacao-valquiria-capa" width="148" height="200" />Baseado em fatos reais, <strong>Operação Valquíria</strong> tem um desafio: atrair o interesse de um espectador que sabe, de antemão, qual será o desfecho do plano para tentar assassinar Hitler e substituí-lo no comando do Estado alemão nos momentos finais da Segunda Guerra Mundial. Todos sabem que o ditador só morreu, por suas próprias mãos, depois que os Aliados invadiram Berlim. Então, qual é a motivação para ver este filme, além de avaliar mais uma atuação de Tom Cruise? De forma surpreendente, há várias &#8212; e a menor delas acaba sendo o desempenho até certo ponto decepcionante do astro.</p>
<p><span id="more-303"></span></p>
<p><strong>Operação Valquíria</strong> (2008)<br />
<em>Valkyrie<br />
</em>MGM/UA (Fox)<br />
De <strong>Bryan Singer</strong><br />
Com <strong>Tom Cruise, Kenneth Branagh, Bill Nighy, Tom Wilkinson, Thomas Kretschmann, Terence Stamp<br />
120 minutos</strong></p>
<p><strong>Vídeo:</strong> 1080p, 1,85:1<br />
<strong>Áudio: </strong>Inglês (DTS-HD 5.1), Francês e Espanhol (Dolby Digital 5.1)<br />
<strong>Legendas: </strong>Inglês para surdos, Espanhol, Francês, Cantonês, Coreano, Mandarim e <strong>Português<br />
Edição: </strong>Brasileira ou Americana</p>
<p><strong>O Filme<br />
</strong><img class="alignnone size-full wp-image-39" title="4coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="4coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>A história, baseada em fatos reais, começa na frente de batalha africana. O coronel Klaus von Stauffenberg (<strong>Tom Cruise</strong>), do exército alemão, trava um duelo com seus superiores a fim de obter autorização de recuar sua tropa, que corre sério risco de ser morta sem chance de defesa pelos combatentes aliados. Em meio a essa discussão, um ataque aéreo surpresa causa sérios danos e quase mata Stauffenberg &#8212; o coronel perde uma das mãos, dois dedos da outra e um olho.</p>
<p>De volta à Alemanha, o militar, que já era crítico ferrenho de Hitler e seu regime, entra para um grupo de insurrectos que formam uma resistência secreta ao ditador e ao mesmo tempo ganha uma promoção que o coloca no seleto grupo dos que têm acesso direto ao Führer. Nasce então um plano para assassiná-lo e usar uma estratégia secreta de contingência aprovada pelo próprio Hitler &#8212; a Operação Valquíria &#8211; para rapidamente assumir o governo e interromper imediatamente a guerra e as atrocidades cometidas pelos nazistas.</p>
<p>Essa história é muito conhecida pelos alemães &#8212; é basicamente a única coisa de que eles se orgulham durante a Segunda Guerra Mundial &#8211;, mas pouco se sabia dela fora da própria Alemanha. Por si só, esse já é um bom motivo para o diretor Bryan Singer e o ator Tom Cruise terem abraçado o projeto. Mas não é um bom motivo para o espectador ver o filme. Com o final previsível, <strong>Operação Valquíria</strong> tem um desafio imenso pela frente &#8212; fazer com que a audiência se preocupe com os detalhes da história, e não com seu desfecho.</p>
<p>Por incrível que pareça, funciona. Para começo de conversa, o filme atrai pela recriação cuidadosa e espetacular do que foi a Alemanha nazista. Mas o que talvez seja mais interessante e inteligente por parte dos cineastas, o grande suspense do filme, a partir da metade, não é mais como o plano <em>deu errado</em>, mas sim como o  plano <em>não deu certo</em>. Porque, em certo momento da história, parece claro que os insurrectos estão conseguindo seu objetivo e têm uma chance real de tomar o poder &#8212; e aí a curiosidade do público fica aguçada para saber como essa meta foi frustrada.</p>
<p>Pode parecer pouca coisa, mas não é. Como todo mundo já entra no filme esperando que o plano dê errado, a cabeça da audiência trabalha apenas em cima do problema de &#8220;como deu errado&#8221;. Ao jogar com isso e inverter a pergunta (&#8220;como não deu certo?&#8221;), Bryan Singer pega o público desprevenido. Funciona.</p>
<p>Tom Cruise não entrega aqui uma de suas mais memoráveis atuações &#8212; e até pela natureza do papel, que consiste num militar cujo principal objetivo é justamente não revelar aos seus inimigos suas verdadeiras intenções. Em compensação, o elenco montado ao redor dele é espetacular, e fica difícil apontar um ou outro destaque, sem cometer injustiças com os demais.</p>
<p>Por fim, é curioso vermos os &#8220;mocinhos&#8221; vestidos de soldados do regime nazista. Ajuda a refletir sobre o fato de que, apesar das atrocidades cometidas pelos alemães, nem todos na Alemanha apoiavam as loucuras de Hitler.</p>
<p>Junte todos esses motivos e guarde um tempinho para ver <strong>Operação Valquíria</strong>. Vale a pena.</p>
<p><strong>Imagem</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-37" title="5coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="5coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Alguns resenhistas andaram fazendo críticas à imagem de <strong>Operação Valquíria</strong>, mas a avaliação do <strong>Blu-Rei</strong> é a de que se trata de puro <em>nitpicking</em>. O que temos aqui é uma transferência de alta qualidade, com a preservação da granulação do filme na quantidade certa e, sobretudo, uma preservação fiel das intenções dos cineastas quando da criação da obra.</p>
<p>Destacam-se na imagem os detalhes que revelam todos os valores de produção &#8212; desde figurinos perfeitos às filmagens em locação na Alemanha &#8212; e a paleta de cores escolhida por Singer para o filme, com uma predominância dos cinzas. Tonalidades estão bem representadas, e temos boa profundidade na imagem. Sinceramente, é preciso se esforçar para encontrar grandes defeitos aqui.</p>
<p><strong>Som</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-39" title="4coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="4coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>A trilha DTS-HD 5.1 traz toda a ambientação esperada de um filme novo, com uma mixagem competente no som <em>surround</em> que coloca o espectador literalmente no meio das cenas. Os diálogos soam com grande clareza e pequenos detalhes sonoros são preservados na trilha. Mas, como não há tantas cenas de ação, não chega a ser material para impressionar os vizinhos (exceto talvez pelas explosões de bombas, que podem acordar alguém no andar de baixo, dependendo do volume do <em>home theater</em>).</p>
<p>Lamentavelmente, uma trilha em português está ausente no disco.</p>
<p><strong>Extras</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-37" title="5coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="5coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Este disco demonstra quanta coisa em HD cabe numa mídia blu-ray (e faz pensar se alguns lançamentos com dois discos realmente precisavam disso ou é apenas questão de <em>status</em>). A expectativa é sempre alta em se tratando de um filme fortemente ancorado em fatos reais, e o conteúdo extra não decepciona. Além de duas trilhas de comentários (uma pelos roteiristas Christopher McQuarrie e Nathan Alexander, e outra com Bryan Singer, Tom Cruise e McQuarrie), temos:</p>
<p>- <em>The Journey to Valkyrie</em> (1080i, 16 minutos) é uma narrativa de como surgiu a ideia para o filme e como ele foi produzido, com <em>insights </em>interessantes sobre as intenções dos cineastas.</p>
<p><em>- The Road to Resistance: A Visual Guide</em> (1080i, 9 minutos) é um interessante guia das locações usadas nas filmagens de <strong>Operação Valquíria</strong> e dos lugares ligados ao líder militar da resistência a Hitler, apresentado por Philipp Von Schulthess (neto do verdadeiro coronel Stauffenberg).</p>
<p>- <em>The African Front Sequence</em> (1080i, 7 minutos) revela detalhes de como foi a filmagem das cenas de abertura do filme, que retratam uma batalha no norte da África.</p>
<p>-<em> Taking to the Air</em> (1080i, 7 minutos) apresenta os esforços feitos pelos cineastas em ter aviões de época verdadeiros, no ar e no solo, durante as filmagens, em vez de simplesmente recriá-los com CGI (o que seria a estratégia mais comum, hoje em dia).</p>
<p>- <em>Recreating Berlin</em> (1080i, 7 minutos) revela os esforços feitos pelos produtores para preservar a fidelidade à época em que se passa o filme (meados dos anos 1940), detalhando as negociações para filmar em locações em Berlim e outras partes da Alemanha.</p>
<p>- <em>92nd Street Y</em> (480p, 39 minutos): Único conteúdo em definição <em>standard</em>  do disco, trata-se de uma entrevista com Tom Cruise e Bryan Singer feita num palco, com uma plateia. Pela natureza do formato, traz nuances interessantes a respeito da abordagem dos dois para o filme.</p>
<p><em>- The Valkyrie Legacy</em> (1080p, 114 minutos) é a grande joia desta seção de extras: um documentário detalhado que aborda basicamente a história de verdade. Bastante completo, ele fala de como Hitler subiu ao poder, as razões que o povo alemão teve para apoiá-lo, como surgiram os cultos anti-semitas e de que maneira começou a surgir uma resistência secreta a seu governo, que culminou com a tentativa de golpe de Estado retratada em <strong>Operação Valquíria</strong>. Além dos fatos daquela época, o documentário também revela o peso que recaiu sobre os alemães após a derrota na Segunda Guerra e a revelação das atrocidades cometidas pelo regime nazista, que fizeram com que, gradualmente, os participantes da insurreição de 1944 parassem de ser vistos como traidores e começassem a representar a imagem dos verdadeiros humanistas e patriotas da Alemanha.</p>
<p>Totalizando: 160 minutos em HD, mais 39 minutos em SD. É coisa pra caramba, num disco só. O único senão &#8212; importante para o público brasileiro &#8212; é que não há legendas em português para nenhum dos extras. Para encará-los, é preciso domínio do inglês. O que pode ser frustrante para o consumidor: tanto conteúdo, ali, na cara dele, e faltam legendas para que ele possa apreciá-lo. </p>
<p><strong>No fim das contas</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-39" title="4coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="4coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Para o público fã de cinema, o filme em si merece no mínimo uma assistida. Para quem coleciona Blu-Ray, é um item que não pode faltar. Mas há alguns senões, ao menos para o público brasileiro. <strong>Operação Valquíria</strong> merecia uma edição mais nacionalizada, com menus em português e legendagem completa (para não falar de uma trilha dublada do filme). Infelizmente, o que temos aqui é a adaptação mínima ao mercado nacional, que acaba por sabotar grande parte do valor didático do filme. De toda forma, impressiona a quantidade de conteúdo no disco e, mesmo com seus defeitos, este é um lançamento bastante recomendável.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Resenha: &#8220;O Caçador de Pipas&#8221; é montanha-russa emocional</title>
		<link>http://www.blu-rei.com.br/2009/07/09/resenha-o-cacador-de-pipas-e-montanha-russa-emocional/</link>
		<comments>http://www.blu-rei.com.br/2009/07/09/resenha-o-cacador-de-pipas-e-montanha-russa-emocional/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 22:06:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Caçador de Pipas]]></category>
		<category><![CDATA[Khaled Hosseini]]></category>
		<category><![CDATA[Khalid Abdalla]]></category>
		<category><![CDATA[Kite Runner]]></category>
		<category><![CDATA[Marc Forster]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois que os EUA iniciaram a &#8220;Guerra contra o Terror&#8221; e invadiram o Afeganistão, aquele país subitamente virou moda. Com isso, surgiram vários romances best-sellers ambientados naquela conturbada região do globo, e O Caçador de Pipas foi um dos mais bem-sucedidos desses livros. Natural, portanto, que fosse convertido em filme por Hollywood. O que não garantia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-297" title="cacador-de-pipas-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/07/cacador-de-pipas-capa.png" alt="cacador-de-pipas-capa" width="148" height="200" />Depois que os EUA iniciaram a &#8220;Guerra contra o Terror&#8221; e invadiram o Afeganistão, aquele país subitamente virou moda. Com isso, surgiram vários romances <em>best-sellers</em> ambientados naquela conturbada região do globo, e <strong>O Caçador de Pipas</strong> foi um dos mais bem-sucedidos desses livros. Natural, portanto, que fosse convertido em filme por Hollywood. O que não garantia de modo algum que a adaptação ficasse tão boa e fiel ao espírito original da obra. Mas <strong>O Caçador de Pipas</strong> é um grande filme, que, ao mesmo tempo que expõe uma cultura fora do esquema ocidental, mostra que, em todas as partes do mundo, pessoas são sempre pessoas.</p>
<p><span id="more-294"></span></p>
<p><strong>O Caçador de Pipas </strong>(2007)<br />
<em>The Kite Runner<br />
</em>Dreamworks Pictures (Paramount)<br />
De <strong>Marc Forster<br />
</strong>Com <strong>Khalid Abdalla, Homayoun Ershadi, Zekeria Ebrahimi, Ahmad Khan Mahmoodzada<br />
128 minutos</strong></p>
<p><strong>Vídeo:</strong> 1080p, 2,35:1<br />
<strong>Áudio: </strong>Inglês (Dolby TrueHD 5.1), Francês e Espanhol (Dolby Digital 5.1)<br />
<strong>Legendas: </strong>Inglês, Inglês para surdos, Francês, Espanhol e <strong>Português<br />
Edição: </strong>Brasileira ou Americana</p>
<p><strong>O Filme</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-37" title="5coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="5coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>No fim da década de 1970, o jovem Amir tinha duas ambições: vencer o campeonato de pipas de Cabul e tornar-se escritor. Mas coragem nunca havia sido seu forte. Para defendê-lo, o menino contava com o amigo inseparável Hassan, garoto da mesma idade dele que era filho do criado de seu pai. Os dois viviam juntos, até que um evento trágico separou seus caminhos &#8212; Hassan foi agredido e estuprado por um grupo de garotos mais velhos; Amir viu tudo, mas não teve coragem para agir. O episódio separou os dois. Atormentado pela culpa, Amir fez de tudo para que seu pai se livrasse de Hassan. Acabou conseguindo, mas sua vida estava para mudar ainda mais, quando os soviéticos invadiram o Afeganistão e seu pai teve de fugir com ele para os Estados Unidos.</p>
<p>Já adulto, logo após a publicação de seu primeiro livro na América, ele seria chamado de volta à terra natal, agora dominada pelos fanáticos religiosos do Talibã, e passaria por uma jornada perigosa e cheia de revelações, até buscar a redenção por seus erros do passado.</p>
<p>A sinopse acima, claro, não faz jus ao filme. Recheado de personagens carismáticos, interpretados em sua maioria por atores desconhecidos (o filme é quase todo falado em dari, língua falada no Afeganistão), <strong>O Caçador de Pipas</strong> é incrível em todos os aspectos. O ritmo adotado pelo diretor Marc Forster é perfeito, e a estrutura narrativa, entrelaçando o passado e o presente dos personagens, é incrivelmente bem-feita. Temos aqui a jornada de um anti-herói que é chamado à redenção, de forma extremamente humana e tocante. A combinação de uma atmosfera grandiosa com uma abordagem intimista dos protagonistas funciona de maneira mágica e faz deste filme um drama imperdível para quem aprecia o gênero. É daqueles filmes para ir às lágrimas, tocado pela humanidade da trama.</p>
<p><strong>Imagem<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-39" title="4coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="4coroas" width="108" height="19" /></strong></p>
<p>Contando com locações espetaculares e cenários idem, <strong>O Caçador de Pipas </strong>aparece aqui tão belo quanto possível para um filme que não é recheado de efeitos visuais gerados por computador. Aliás, para não dizer que não falamos em CGI, os voos das pipas, com suas cores vívidas e incríveis movimentos, foram todos orquestrados digitalmente. A combinação com o cenário de fundo é perfeita e o resultado é emocionante e evocativo.</p>
<p>Estamos falando de um filme em que tudo conspira, inclusive no aspecto visual, para tocar o coração do telespectador. Há grande realismo nas imagens, e a transferência em Blu-Ray ajuda a ressaltar essas qualidades: as tonalidades de pele estão perfeitas, e temos grande quantidade de detalhes. Não vi sinais significativos de redução de ruído &#8212; onde a informação visual é menos nítida, a culpa vem em grande parte das características original da filmagem.</p>
<p>Não chega a ser uma transferência de referência, daquelas que a gente usa para demonstrar alta-definição para os amigos, mas é sem dúvida uma ótima apresentação, que deixa o DVD no chinelo.</p>
<p><strong>Som</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-37" title="5coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="5coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Incrível como o áudio em alta definição (Dolby TrueHD 5.1) coloca o telespectador bem no meio da ação. O efeito é notável tanto na festa de aniversário de Amir, na casa do pai dele em Cabul, quanto mais tarde, no retorno do personagem ao Afeganistão, durante uma partida de futebol. Além disso, a ação nos canais frontais, com a predominância das vozes dos atores, soa de maneira cristalina. É intuitivamente mais agradável, embora eu duvide que algum dos leitores desta resenha possa ter se beneficiado desta qualidade para compreender os diálogos em dari do filme. E a qualidade do áudio ajuda também na apreciação da belíssima trilha sonora, uma mistura musical apaixonante.</p>
<p>Difícil imaginar um nível de qualidade de áudio superior para esse filme. Belo trabalho da Dreamworks e da Paramount aqui. E, nesse caso específico, nem dá para reclamar da ausência de uma trilha em português, uma vez que o filme foi feito com o claro intuito de preservar as línguas originais.</p>
<p><strong>Extras</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-42" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>O conteúdo do disco é basicamente o esperado, mas menos do que o desejado. Temos uma curta apresentação por Khaled Hosseini (o autor do livro que inspirou o filme), que pode ser exibida automaticamente antes do filme, à escolha do freguês, ou como um extra por meio do menu. Não é grande conteúdo, além de um &#8220;chamado à ação&#8221; na tentativa de encorajar as pessoas a colaborarem na reconstrução do Afeganistão. Mais interessante, contudo, é a trilha de comentários feita pelo diretor Marc Forster, o autor Khaled Hosseini e o roteirista David Benioff. E o único extra em alta definição é o trailer do filme.</p>
<p>Além disso, temos dois documentários:</p>
<p><em>- Words from The Kite Runner</em> (480p, 15 minutos) é um documentário que relata o esforço de adaptação do livro em roteiro, e como isso se deu com envolvimento consultivo do autor da obra original, mas por meio de um outro escritor, pouco familiarizado com o Afeganistão.</p>
<p><em>- Images from The Kite Runner </em>(480p, 25 minutos) conta todos os detalhes da produção em si: onde tudo foi filmado, a decisão de mantê-lo falado em dari, não em inglês, o recrutamento de jovens atores de Cabul para interpretar os meninos e muito mais. Bacana.</p>
<p><strong>No fim das contas</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-39" title="4coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="4coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>O filme, pelo filme, merece cinco coroas. Uma delas foi perdida no meio do caminho por detalhes técnicos (basicamente, a falta de muitos extras), mas se o seu negócio é cinema, sem se importar muito com os frufrus normalmente ligados a edições de colecionador, não tem nem o que pensar. Aliás, até mesmo para quem só curte adquirir edições cabulosas, <strong>O Caçador de Pipas</strong> é fortemente recomendado, por sua qualidade cinematográfica. O visual de <em>blockbuster</em> e a profundidade de personagens de filmes <em>indie</em> são uma combinação irresistível para qualquer um que aprecie a sétima arte.</p>
<img src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/?ak_action=api_record_view&id=294&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Resenha: &#8220;2010&#8243; é boa ficção sob uma cruel comparação</title>
		<link>http://www.blu-rei.com.br/2009/06/29/resenha-2010-e-boa-ficcao-sob-uma-cruel-comparacao/</link>
		<comments>http://www.blu-rei.com.br/2009/06/29/resenha-2010-e-boa-ficcao-sob-uma-cruel-comparacao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 22:16:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Até mesmo o escritor britânico Arthur C. Clarke reconheceu que seria complicadíssimo escrever uma continuação para o clássico 2001: Uma Odisseia no Espaço. Durante anos, ele resistiu a produzir qualquer coisa só para capitalizar em cima do primeiro filme, escrito em parceria com o gênio cinematográfico Stanley Kubrick. Mais de uma década depois, veio a ideia para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-276" title="2010-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/2010-capa.png" alt="2010-capa" width="148" height="200" />Até mesmo o escritor britânico Arthur C. Clarke reconheceu que seria complicadíssimo escrever uma continuação para o clássico <strong>2001: Uma Odisseia no Espaço</strong>. Durante anos, ele resistiu a produzir qualquer coisa só para capitalizar em cima do primeiro filme, escrito em parceria com o gênio cinematográfico Stanley Kubrick. Mais de uma década depois, veio a ideia para uma continuação. E a decisão de levar o novo livro para as telas ficou a cargo do <em>one-man show</em> Peter Hyams, que adaptou, editou, dirigiu e ficou a cargo da fotografia do novo filme. Ruim ele não é, mas as comparações com <strong>2001 </strong>são tão inevitáveis quanto covardes.</p>
<p><span id="more-275"></span></p>
<p><strong>2010: O Ano em que Faremos Contato </strong>(1984)<br />
<em>2010: The Year We Make Contact<br />
</em>MGM (Warner Home Video)<br />
De <strong>Peter Hyams<br />
</strong>Com <strong>Roy Scheider</strong>, <strong>John Lithgow</strong>, <strong>Helen Mirren</strong>, <strong>Bob Balaban e Keir Dullea<br />
116 minutos</strong></p>
<p><strong>Vídeo:</strong> 1080p, 2,40:1<br />
<strong>Áudio: </strong>Inglês (Dolby TrueHD 5.1), Inglês, Francês, Alemão, Espanhol (Dolby Digital 5.1), Italiano (Dolby Digital 2.0), Português (Dolby Digital Mono)<br />
<strong>Legendas: </strong>Inglês, Francês, Espanhol, Dinamarquês, Holandês, Finlandês, Alemão, Italiano, Norueguês, <strong>Português</strong>, Sueco<br />
<strong>Edição: </strong>Brasileira ou Americana</p>
<p><strong>O Filme</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-42" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></p>
<p><strong>2010 </strong>começa com uma visita de um representante russo ao Dr. Helwood Floyd (Roy Scheider), que anos antes havia sido responsável pelo envio da malfadada missão da Discovery a Júpiter. O russo conta que seu governo está pronto para despachar uma missão até o planeta gigante, a fim de desvendar o mistério por trás do monolito gigante descoberto lá. Ocorre que, caso os russos não saibam o que houve com a Discovery, poderiam ter o mesmo fim. Daí a consulta a Floyd.</p>
<p>As respostas podem estar todas guardadas na memória do computador HAL-9000, desligado após um mal-funcionamento que precipitou a tragédia da Discovery. Em vista disso, os russos decidem levar um trio de americanos a bordo da Leonov, para &#8220;ressuscitar&#8221; HAL e colaborar na missão. Enquanto eles rumam para Júpiter, na Terra o estado de tensão entre Estados Unidos e União Soviética atinge proporções que colocam as duas superpotências à beira de uma guerra nuclear.</p>
<p>A &#8220;batida&#8221; de <strong>2010</strong> é completamente diferente da de <strong>2001</strong>. Enquanto o clássico de Kubrick tinha um ar introspectivo e filosófico, a adaptação de Hyams traz um visual muito mais próximo de uma ficção de aventura convencional. Por conta disso, as comparações entre um e outro são tão cruéis. Enquanto o primeiro é uma referência histórica imprescindível aos estudiosos do cinema, o segundo é um filme que pouco agrega ao legado cinematográfico. Em compensação, é quase irresistível &#8220;fazer uma consulta&#8221; a <strong>2010</strong>, depois de todas as perguntas não-respondidas deixadas pelo primeiro filme. Apesar do esquemão tradicional, as respostas trazidas pelo filme de Hyams são satisfatórias e fascinantes. E, do ponto de vista científico, a obra se sustenta como uma bela sequência a <strong>2001</strong>, ainda que mais pedestre. Quem curte ficção científica não pode deixar de ver.</p>
<p><strong>Imagem<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-241" title="2coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/2coroas.png" alt="2coroas" width="108" height="19" /></strong></p>
<p>Infelizmente, o tratamento da Warner neste lançamento foi tão &#8220;catálogo&#8221; quanto possível. Enquanto a edição em Blu-Ray de <strong>2001</strong> recebeu uma remasterização que dá a impressão de que o filme foi produzido ontem (realçando ainda mais os valores de produção da obra-prima de Stanley Kubrick), <strong>2010</strong> é tratado como gado, por assim dizer, na hora da masterização para o disco do raio azul.</p>
<p>O descaso é visível em vários segmentos &#8212; no comecinho, por exemplo, as imagens estáticas que fazem o &#8220;resumo&#8221; de <strong>2001</strong> claramente &#8220;sacodem&#8221; para lá e para cá, um problema que poderia ter sido facilmente corrigido e daria maior qualidade de apresentação ao filme. Em cenas espaciais muito escuras, vemos artefatos de compactação de vídeo &#8212; fenômeno que deveria, por regra, ser excluído de qualquer lançamento <em>top</em> em Blu-Ray. E a qualidade do filme varia de trecho para trecho &#8212; em alguns, temos excesso de ruído, noutros temos tratamento contra granulação tão agressivo que tira detalhes da imagem. Faltou, de fato, um carinho maior por parte da distribuidora na hora de masterizar esse disco. Certamente os fãs de <strong>2010</strong> esperavam mais. Apesar disso tudo, o disco ainda representa uma melhoria sensível sobre a versão de baixa resolução em DVD.</p>
<p><strong>Áudio</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-42" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Uma competente trilha Dolby TrueHD em inglês faz o filme soar melhor do que nunca. Mas que ninguém espere um espetáculo auditivo aqui. A maior parte da ação acontece nos canais frontais, com os diálogos entre os personagens. É um filme bastante falado, e o <em>surround</em> ajuda apenas na ambientação.</p>
<p>Para quem gosta de versão dublada, uma boa e uma má notícia: há uma trilha em português, mas ela tem a qualidade mínima &#8212; Dolby Digital Mono. Só recomendada aos que absolutamente odeiam legendas.</p>
<p><strong>Extras</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-241" title="2coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/2coroas.png" alt="2coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Quase nada neste disco, que não possui menus em português. Temos apenas:</p>
<p>- <em>2010: The Odyssey Continues</em> (9 minutos, 480p) é um documentário produzido na época do próprio filme que conta os bastidores da produção. Melhor que nada, mas carece da profundidade que os assuntos abordados pelo filme mereceria.</p>
<p>- <em>Theatrical Trailer</em> (2 minutos, 480p) é o trailer de cinema do filme.</p>
<p><strong>No fim das contas</strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-42" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></p>
<p><strong>2010: O Ano em que Faremos Contato</strong> é uma obra interessante, que agora chega em Blu-Ray com o mínimo necessário para fazer valer a compra. Se você é um fã dessa continuação de <strong>2001</strong>, ou mesmo de ficção científica séria, vale a pena. Mas não espere aqui um lançamento de altíssima qualidade. Fica a torcida para que, chegando o ano que vem (2010), a Warner se anime a fazer uma nova edição, mais vultosa. Infelizmente, a julgar pela popularidade do filme de Peter Hyams, eu não apostaria muitas fichas nisso.</p>
<img src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/?ak_action=api_record_view&id=275&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Resenha: &#8220;10.000 a.C&#8221; é samba-do-crioulo-doido pré-histórico</title>
		<link>http://www.blu-rei.com.br/2009/06/15/resenha-10-000-a-c-e-samba-do-crioulo-doido-pre-historico/</link>
		<comments>http://www.blu-rei.com.br/2009/06/15/resenha-10-000-a-c-e-samba-do-crioulo-doido-pre-historico/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 20:26:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[10.000 a.C.]]></category>
		<category><![CDATA[10000 B.C.]]></category>
		<category><![CDATA[Camilla Belle]]></category>
		<category><![CDATA[Roland Emmerich]]></category>
		<category><![CDATA[Steven Strait]]></category>

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		<description><![CDATA[Roland Emmerich é um diretor famoso pelas inspirações quase-científicas que movem seus filmes blockbuster. Independence Day e O Dia Depois de Amanhã estão aí para não me deixar mentir. Mas, para completar o que seria uma trilogia de inspiração sci-fi, ele fugiu dos temas contemporâneos e se voltou para a pré-história: desta vez, seu esforço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-242" title="10000ac-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/10000ac-capa.png" alt="10000ac-capa" width="148" height="200" />Roland Emmerich é um diretor famoso pelas inspirações quase-científicas que movem seus filmes <em>blockbuster</em>. <strong>Independence Day </strong>e <strong>O Dia Depois de Amanhã</strong> estão aí para não me deixar mentir. Mas, para completar o que seria uma trilogia de inspiração <em>sci-fi</em>, ele fugiu dos temas contemporâneos e se voltou para a pré-história: desta vez, seu esforço é criar uma aventura nos primórdios da civilização, 12 mil anos atrás. Os resultados são questionáveis.</p>
<p><span id="more-240"></span></p>
<p><strong>10.000 a.C</strong> (2008)<br />
<em>10.000 B.C.</em><br />
Warner Bros. Pictures<br />
De <strong>Roland Emmerich</strong><br />
Com <strong>Steven Strait, Camilla Belle, Cliff Curtis</strong> e <strong>Joel Virgel<br />
108 minutos</strong></p>
<p><strong>Vídeo: </strong>1080p, 2,40:1<strong><br />
Áudio: </strong>Inglês (Dolby TrueHD 5.1), Inglês, <strong>Português</strong>, Espanhol, Francês, Alemão e Italiano (Dolby Digital 5.1)<strong><br />
Legendas: </strong>Inglês, <strong>Português</strong>, Espanhol, Holandês, Dinamarquês, Alemão, Finlandês, Francês, Italiano<strong><br />
Edição:</strong> Brasileira</p>
<p><strong>O filme<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-241" title="2coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/2coroas.png" alt="2coroas" width="108" height="19" /></strong></p>
<p><strong>10.000 a.C. </strong>conta a história de uma tribo de caçadores coletores que é devastada pelo ataque de um grupo humano aparentemente muito mais avançado. A maioria dos membros da tribo é levada para ser escravizada, incluindo Evolet, uma jovem de olhos azuis cobiçada que é a paixão de D&#8217;Leh, um dos poucos a escapar do ataque devastador. Cabe a ele agora liderar um grupo com uns poucos sobreviventes para promover o resgate de seu povo.</p>
<p>Mesmo desconsiderando o fato de que o filme é pouco acurado cientificamente (vemos lá uma civilização que está construindo pirâmides pelo menos seis mil anos antes do que deveria!), não resta muito a ser elogiado. A tentativa de recriar o modo de vida, os costumes e a mitologia dos caçadores coletores da pré-história é louvável, mas insuficiente para fazer um bom filme.</p>
<p>O que resta são efeitos visuais convincentes com animais que viviam naquela época e um cenário cheio de imagens bonitas, mas não muito para chamar de história. Vale uma olhada, decerto, mas é difícil este filme se tornar o grande favorito de alguém.</p>
<p><strong>Imagem<br />
</strong><img class="alignnone size-full wp-image-39" title="4coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="4coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Não é o filme mais espetacular que você já viu em Blu-Ray, mas temos aqui uma transferência respeitável feita pela Warner. Muitos detalhes emergem da imagem fornecendo melhora significativa com relação ao DVD. A paleta de cores, escolhida cuidadosamente por Emmerich para criar a ambientação do filme, com muitas cenas noturnas e um predomínio do azul, está bem representada. Temos ótimo contraste e níveis de preto bem definidos.</p>
<p>Claro, uma manada de mamutes em disparada ou um tigre dente-de-sagre prestes a atacar ajudam a enriquecer o espetáculo visual, assim como inúmeros escravos construindo pirâmides gigantescas, e decerto justificam os elogios que o filme ganha por sua versão em alta definição.</p>
<p><strong>O áudio<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-37" title="5coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="5coroas" width="108" height="19" /></strong></p>
<p>Possivelmente o maior destaque do disco, o áudio original em inglês TrueHD 5.1 dá vida às inúmeras sequências de ação de <strong>10.000 a.C.</strong> A ambientação proporcionada pelos canais <em>surround</em> coloca o telespectador no meio de uma caçada de mamutes, para ficar apenas no primeiro destaque da trilha. Também vale elogiar aqui a presença de áudio em português (Dolby Digital 5.1.). Embora longe da qualidade da trilha TrueHD em inglês, é bom ver discos completamente &#8220;aclimatados&#8221; ao Brasil.</p>
<p><strong>Extras<br />
</strong><img class="alignnone size-full wp-image-42" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Dá para ficar umas boas duas horas vendo extras com esse disco, mas não chega a haver grande variedade. Como não temos menus em português, os títulos dos extras figuram aqui em inglês.</p>
<p>- <em>A Wild and Wooly Ride</em> (480p, 13 min) é um pequeno documentário que fala sobre a recriação dos principais elementos de efeitos visuais do filme. Desde os mamutes em CGI até os modelos físicos em escala das pirâmides, está tudo coberto aqui.</p>
<p>- <em>Inspiring an Epic</em> (480p, 13 min) fala de onde saíram as inspirações científicas (?) de Roland Emmerich para o filme. Especialmente curiosa é a &#8220;defesa&#8221; do uso de uma civilização avançada como os vilões, baseada numa hipótese maluca de um escritor chamado Graham Hancock, sobre a possibilidade da existência de uma civilização avançada na pré-história que acabou completamente esquecida. Enfim, conversa fiada, meio na linha <em>Eram os deuses astronautas?</em>.</p>
<p>- <em>Journey to 10.000 BC</em> (480p, 90 min) é um documentário longo do History Channel que fala basicamente da coisa mais interessante que estava acontecendo naquela época no mundo &#8212; o início da colonização da América pelos paleoíndios. Quem manja do assunto sabe que há muita controvérsia sobre quando e como a América passou a ser um continente ocupado, e por quem. O documentário até deixa isso claro, ao apresentar várias hipóteses diferentes. Mas a fluidez dá a entender que a coisa está mais resolvida do que na realidade está. É bom entretenimento, mas eu não confiaria nele como referência do consenso científico sobre o assunto.</p>
<p>- <em>Exciting alternate ending </em>(480p, 3 min) mostra apenas que o narrador da história (interpretado por Omar Shariff) era na verdade Baku, que é visto como um menino que acompanha D&#8217;Leh ao longo do filme. Nada especialmente marcante (ou <em>exciting</em>), e a baixa resolução, acompanhada pelo aspecto inacabado de muitas cenas, acabam baixando o valor deste conteúdo.</p>
<p>- <em>Awesome additional scenes</em> (480p, 10 min) traz nove cenas que não fizeram falta alguma no corte final do filme. Nada demais aqui também.</p>
<p><strong>No fim das contas<br />
</strong><img class="alignnone size-full wp-image-42" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Quem for apreciador de precisão histórica não deveria nem cogitar se arriscar neste aqui. Mas se a procura é por uma aventura descompromissada em alguns cenários espetaculares com cara de pré-história, <strong>10.000 a.C.</strong> entrega. O visual é bem tratado com uma imagem de boa qualidade em alta resolução e uma mixagem de áudio excelente. Só não espere que a qualidade técnica fará você querer ver e rever repetidas vezes este filme, que é possivelmente o mais esquecível da &#8220;trilogia científica&#8221; de Roland Emmerich.</p>
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		<item>
		<title>Tratamento de Choque</title>
		<link>http://www.blu-rei.com.br/2009/06/09/tratamento-de-choque/</link>
		<comments>http://www.blu-rei.com.br/2009/06/09/tratamento-de-choque/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 18:47:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Sandler]]></category>
		<category><![CDATA[Anger]]></category>
		<category><![CDATA[Choque]]></category>
		<category><![CDATA[Jack Nicholson]]></category>
		<category><![CDATA[Management]]></category>
		<category><![CDATA[Marisa Tomei]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Tratamento de Choque (2003)
Anger Management
Columbia Tri-Star Pictures (Sony)
De Peter Segal
Com Adam Sandler, Jack Nicholson e Marisa Tomei
145 minutos
Vídeo: 1080p, 2,40:1
Áudio: Inglês e Português (TrueHD 5.1), Tcheco, Húngaro, Polonês, Russo, Espanhol e Tailandês (Dolby Digital 5.1)

Legendas: Árabe, Búlgaro, Chinês, Croata, Tcheco, Inglês, Grego, Hindu, Húngaro, Islandês, Coreano, Polonês, Português, Romeno, Eslovaco, Esloveno, Espanhol, Tailandês, Turco
Edição: Brasileira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-227" title="tratamento-de-choque-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/tratamento-de-choque-capa.png" alt="tratamento-de-choque-capa" width="185" height="250" />Tratamento de Choque</strong> (2003)<br />
<em>Anger Management<br />
</em>Columbia Tri-Star Pictures (Sony)<br />
De <strong>Peter Segal<br />
</strong>Com <strong>Adam Sandler, Jack Nicholson </strong>e <strong>Marisa Tomei<br />
145 minutos</strong><span id="more-226"></span></p>
<p style="padding-left: 270px;"><strong>Vídeo: </strong>1080p, 2,40:1</p>
<p style="padding-left: 270px;"><strong>Áudio:</strong> Inglês e<strong> Português</strong> (TrueHD 5.1), Tcheco, Húngaro, Polonês, Russo, Espanhol e Tailandês (Dolby Digital 5.1)<strong><br />
</strong></p>
<p style="padding-left: 270px;"><strong>Legendas:</strong> Árabe, Búlgaro, Chinês, Croata, Tcheco, Inglês, Grego, Hindu, Húngaro, Islandês, Coreano, Polonês, <strong>Português</strong>, Romeno, Eslovaco, Esloveno, Espanhol, Tailandês, Turco</p>
<p style="padding-left: 270px;"><strong>Edição:</strong> Brasileira ou Britânica</p>
<p><strong>O filme<br />
</strong><img class="alignnone size-full wp-image-42" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>David Buznik (<strong>Adam Sandler</strong>) é um executivo tímido e que tem dificuldade para bater de frente com quem o desafia &#8212; trauma que vem desde a infância, quando era zoado pelos coleguinhas. Mas sua vida vira de cabeça para baixo após uma confusão com uma aeromoça durante uma viagem de negócios. Acusado de agredi-la, em meio à paranoia pós-11 de setembro, Buznik é obrigado pela Justiça a fazer terapia de controle de raiva. Seu tratamento fica a encargo do Dr. Buddy Rydell (<strong>Jack Nicholson</strong>), um profissional famoso que resolve adotar uma tática agressiva para &#8220;curar&#8221; o pobre executivo &#8212; se mudar para a casa dele e conduzir a terapia em tempo integral.</p>
<p>Que fique o aviso: dificilmente esta será a comédia mais engraçada que você já viu. Aliás, nem de perto. Mas, apesar de um roteiro completamente maluco, as atuações vívidas de Nicholson e Sandler impedem que este filme caia com facilidade no esquecimento. Cheio de personagens curiosos e situações constrangedoras, <strong>Tratamento de Choque </strong>acaba produzindo boas risadas.</p>
<p><strong>Imagem<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-39" title="4coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="4coroas" width="108" height="19" /></strong></p>
<p>Uma transferência competente em alta definição da película original, apresenta leve granulação (como tem que ser!) ao longo do filme. As cores estão boas, assim como  o contraste. Entretanto, não chega a ser uma imagem que salta aos olhos pela qualidade. Isso se deve, muito mais, ao fato de que a produção de <strong>Tratamento de Choque</strong> adotou uma paleta meio cinzenta para retratar o ambiente de Nova York, que faz com que as cenas não se destaquem muito. A ênfase nos atores e em suas atuações &#8212; como acontece em geral em comédias &#8212; simplesmente não é compatível com espetáculos visuais. Por conta disso, temos aqui uma imagem que é muito superior à do DVD, mas ainda assim não é uma referência <em>top</em> para o potencial do Blu-Ray.</p>
<p><strong>Áudio<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-39" title="4coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="4coroas" width="108" height="19" /></strong></p>
<p>Assim como não temos um filme visualmente espetaculoso, o mesmo se dá no quesito áudio. A mixagem aqui, com som original em TrueHD 5.1, é competente, com clareza nos diálogos e profundidade sonora. Mas não há realmente muito o que ouvir, de forma que ninguém sairá extasiado depois de ouvir esta trilha. Um destaque positivo, entretanto, vai para a trilha TrueHD 5.1 dublada em português &#8212; sempre bom ver discos com alta qualidade na adaptação ao mercado brasileiro, ainda que nada possa substituir as vozes originais de Nicholson e Sandler a contento.</p>
<p><strong>Extras<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-42" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></strong></p>
<p>Não há muito para ver aqui. Todos os extras foram trazidos da versão em DVD e estão em resolução padrão. Confira o que há no disco:</p>
<p>- <em>Skull Session</em> (18 minutos, 480p) revela as origens e os bastidores do filme, com destaque para o elenco de qualidade reunido aqui, que vai desde os protagonistas até pontas feitas por pessoas famosas.</p>
<p>- <em>My Buddy, Jack</em> (4 minutos, 480p) fala da participação e do modus operandi do astro Jack Nicholson em ação. Infelizmente, são só os outros falando dele.</p>
<p>- <em>Deleted cenes</em> (10 minutos, 480p) traz quatro cenas cortadas que, para ser bem honesto, não fizeram falta nenhuma no filme.</p>
<p>- <em>Gag reel</em> (5 minutos, 480p) é uma sequência interessante de erros de gravação. Material desse tipo acaba sendo divertido.</p>
<p>Talvez o extra mais interessante do filme seja uma <em>trilha de comentários com o diretor Peter Segal e o ator Adam Sandler</em>. Engraçados e bem-humorados, os dois revelam vários dos detalhes de produção das cenas que compõem esta comédia.</p>
<p>Para fechar o pacote, dois trailers, um do filme <em>50 First Dates </em>e outro, curtinho, destacando a mídia Blu-Ray.</p>
<p><strong>No fim das contas<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-42" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></strong></p>
<p><strong>Tratamento de Choque </strong>garante pelo menos umas duas horas de diversão. Mas, a não ser que você seja fã de Sandler ou Nicholson (o que, francamente, não é tão improvável), este não é um filme para ver e rever. Se você está atrás deste filme &#8220;no escuro&#8221;, talvez valha a pena alugar antes de gastar uma quantia maior do seu rico dinheirinho com ele.</p>
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		<item>
		<title>Cloverfield Monstro</title>
		<link>http://www.blu-rei.com.br/2009/06/03/cloverfield/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 00:42:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Felipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Cloverfield]]></category>
		<category><![CDATA[J.J. Abrams]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Reeves]]></category>

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		<description><![CDATA[Cloverfield Monstro (2008)
Cloverfield
Paramount Home Entertainment
De Matt Reeves
Com Lizzy Caplan, Jessica Lucas, T.J. Miller, Michael Stahl-David
85 minutos
Vídeo: 1080p, 1.78:1
Áudio: Inglês (Dolby TrueHD 5.1 e Dolby Digital 2.0), Francês e Espanhol (Dolby Digital 5.1)
Legendas: Inglês para surdos, Inglês, Francês, Espanhol e Português
Edição: Brasileira ou Americana
O Filme

O produtor J.J. Abrams se interessou pelo conceito de um novo filme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-210" title="cloverfield-capa1" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/cloverfield-capa1.png" alt="cloverfield-capa1" width="185" height="250" />Cloverfield Monstro </strong>(2008)<strong><span style="font-weight: normal;"><em><br />
Cloverfield</em><br />
Paramount Home Entertainment</span></strong><br />
De<span> <strong>Matt Reeves</strong></span><br />
Com<span> <strong>Lizzy Caplan</strong>, <strong>Jessica Lucas</strong>, <strong>T.J. Miller</strong>, <strong>Michael Stahl-David</strong></span><br />
<strong>85 minutos</strong><span id="more-183"></span></p>
<p style="padding-left: 270px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><strong>Vídeo</strong><span>: 1080p, 1.78:1</span></span></strong></p>
<p style="padding-left: 270px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><span><strong>Áud</strong><strong>io</strong><span>: Inglês (Dolby TrueHD 5.1 e Dolby Digital 2.0), Francês e Espanhol (Dolby Digital 5.1)</span></span></span></strong></p>
<p style="padding-left: 270px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><span><span><strong>Legendas</strong><span>: Inglês para surdos, Inglês, Francês, Espanhol e <strong>Português</strong></span></span></span></span></strong></p>
<p style="padding-left: 270px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><span><span><span><strong><span style="font-weight: normal;"><strong>Edição</strong><span>: Brasileira ou Americana</span></span></strong></span></span></span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;"><span><span><span><strong><span style="font-weight: normal;"><span><strong>O Filme<br />
</strong></span></span></strong></span></span></span></span></strong><img class="size-full wp-image-42 alignnone" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></p>
<p><span>O produtor J.J. Abrams se interessou pelo conceito de um novo filme de monstro sob o pretexto de que, ao contrário do Japão, os Estados Unidos não tinham no currículo cinematográfico nenhum monstro gigante destruidor. O cinema americano precisava do seu próprio Godzilla.</span></p>
<p><span>Por certo que J.J. Abrams se esqueceu do King Kong, deliberadamente ou não. Mas tudo bem.</span></p>
<p><span>De qualquer forma, Cloverfield conseguiu esse status. É um filme de monstro muito legal e divertido. Ponto. Nada mais; nada menos.</span></p>
<p><span>O interessante é que a produção desse filme se manteve em absolutosegredo. Nada fora noticiado até que um trailer apareceu de surpresa, sem título. O lance foi bacana. Mostra a cabeça da Estátua da Liberdade sendo arremessada em um prédio na grande Manhanttan.</span></p>
<p><span>O suspense e a ansiedade cresceram até a data do lançamento. No entanto, quando o dia chegou, houve um misto de aplausos e decepções.</span></p>
<p><span>O filme, em sua integralidade, segue o mesmo conceito da Bruxa de Blair que, por seu turno, seguiu o mesmo conceito de um obscuro filme de terror, Cannibal Holocaust. Nos três filmes, uma fita com gravação amadora de vídeo é localizada com a filmagem dos últimos momentos de um grupo de pessoas. Os primeiros devorados por canibais; os segundos mortos pela tal bruxa; os terceiros pelo monstro.</span></p>
<p><span>Assim, pelos seus 85 minutos de duração (bem curto aliás), Cloverfield narra o início de uma festa entre amigos, que é interrompida pelo primeiro ataque de um monstro (que o filme não se preocupa em dizer de onde veio e para onde vai) e mostra a luta pela sobrevivência de cinco deles enquanto tentam fugir da cidade. Um deles, com a câmera digital amadora, registra todos os eventos.</span></p>
<p><span>Bem, as críticas negativas de muitos espectadores é que o filme é muito agitado, a câmera balança muito e causa vertigem. O estilo de documentário amador também desagradou muitas pessoas, assim como o desenvolvimento nulo dos personagens.</span></p>
<p><span>Não obstante as críticas negativas, posso afirmar com a mais absoluta certeza de que, nesse filme, há mais coisas entre o céu e a Terra.</span></p>
<p><span>De início, que tipo de desenvolvimento de personagens é esperado de um filme de curta duração que mostra a destruição em massa da Ilha de Manhattan por um gigante monstro assustador? Não é essa a meta da produção; simplesmente não há como perder tempo com algo que não interessa ao filme.</span></p>
<p><span>O que interessa, e nisso o filme se sai muito bem, é colocar o público no lugar das vítimas, pessoas comuns que, de uma hora para outra, se veem diante de um cenário aterrador da mais pura hecatombe.</span></p>
<p><span>Se fosse um filme japonês do Godzilla, seriam aquelas pessoas que correm desesperadas por suas vidas durante o ataque do monstro, enquanto berram “Olhem, é o Godzilla!!!”</span></p>
<p><span>E o mais legal, os personagens do filme cruzam diversas vezes com o gigantesco monstro no exato momento em que o cenário não poderia ser pior. Destruição de arranha-céus e avenidas inteiras, combates ferozes com o exército, mísseis e balas disparadas para todo lugar etc. É um verdadeiro parque temático de destruição em massa.</span></p>
<p><span>A primeira aparição nítida do monstro já é uma cena que merece virar destaque. Enquanto os personagens correm pela rua para chegar à entrada do metrô, enquanto tudo é destruído aos arredores, a câmera rapidamente foca o avanço do monstro, em corpo inteiro, com uma cabeça medonha e dentes afiados. A sensação é de um sonoro “p&#8230;m&#8230;!!!”.</span></p>
<p><span>Aliás, uma grande sacada da produção foi ter criado um monstro tão diferente, tão atípico, que ninguém consegue descrevê-lo. Pergunte para qualquer pessoa que viu o filme e peça para descrever o monstro. Ninguém consegue ao certo. O mais próximo que consigo descrever seria como uma cabeça de piranha com corpo de escorpião, mas sem o rabo, e várias patas imensas. Mas, pensando bem, não é nada disso. Melhor assistir ao filme e tirar suas próprias conclusões.</span></p>
<p><span>Em suma, um filme rápido, empolgante, divertido e sem compromisso.</span></p>
<p><span>As cenas dos ataques, de tão elaboradas, podem ser consideradas icônicas, sem exageros.</span></p>
<p><strong>Imagem<br />
</strong><img class="size-full wp-image-42 alignnone" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></p>
<p><span>O filme é apresentado no seu formato original, de 1.78:1, em resolução de 1080p, com imagem codificada com VC-1.</span></p>
<p><span>Por simular uma gravação amadora através de uma câmera digital, é extremamente difícil avaliar a qualidade da imagem. Embora sem dúvida muito melhor do que as câmeras amadoras do mercado, a imagem, propositadamente, perde o fôco em algumas cenas e não se estabiliza na correria dos personagens.</span></p>
<p><span>Comparando lado a lado com o DVD, não há ganho considerável na qualidade. As vantagens do Blu-Ray são: a representação fiel das áreas escuras (e tem muitas nesse filme, como no túnel do metrô); a nitidez um pouco melhor; e a maior resolução da imagem.</span></p>
<p><strong>Som<br />
</strong><img class="size-full wp-image-37 alignnone" title="5coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="5coroas" width="108" height="19" /></p>
<p><span>Quisera eu ter uma câmera amadora de video que grava áudio em Dolby TrueHD 5.1 com essa qualidade  arrebatadora.</span></p>
<p><span>Bom, enquanto no quesito “imagem” o filme deixa a desejar, o que foi proposital para manter o tom realístico e a forma de documentário amador, o áudio, por outro lado, é destruidor.</span></p>
<p><span>Certamente as cenas do ataque do monstro não teriam o mesmo impacto sem o devido acompanhamento acústico.</span></p>
<p><span>Esse disco serve de </span><em>demo</em><span> para mostrar a potência do seu Home Theater. Por isso se prepare e avise os vizinhos com a necessária antecedência, pois as paredes são tremer e as janelas trincar.</span></p>
<p><span>O disco Blu-Ray também apresenta idioma em francês e espanhol, ambos em Dolby Digital 5.1</span></p>
<p><span>Não há áudio em português.</span></p>
<p><span>As legendas estão disponíveis em <strong>português do Brasil</strong>, inglês, inglês para surdos, francês e espanhol. </span></p>
<p><strong>Extras<br />
</strong><img class="size-full wp-image-42 alignnone" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></p>
<p><span>Os extras consistem em documentários. Nada inovador, mas o conteúdo é interessante.</span></p>
<ul>
<li><span>Document 01.18.08: The Making of Cloverfield (30 min): narra sobre as etapas da produção do filme.</span></li>
<li><span>Cloverfield Visual Effects (23 min): narra os efeitos especiais e a utilização de fundo verde onde os atores contracenam. Posteriormente o fundo verde é substituído por efeitos especiais. Boa parte da cidade decorre de efeitos especiais. Se não fosse por esse documentário, eu teria passado batido. É isso que eu justamente mais prezo em efeitos especiais, a invisibilidade, pois cria todo um ambiente que faz parte das imagens reais e a elas não se sobrepõe.</span></li>
<li><span>I Saw It! It&#8217;s Alive! It&#8217;s Huge!: sobre a criação do monstro.</span></li>
<li><span>Cenas deletadas: nada muito especial, mas vale uma conferida.</span></li>
<li><span>Finais alternativos: também nada muito diferente do final visto no filme. Vale como curiosidade.</span></li>
<li><span>Comentários em áudio do diretor Matt Reeves: aborda basicamente os aspectos técnicos do filme.</span></li>
</ul>
<p><strong><br />
No fim das contas<br />
</strong><img class="size-full wp-image-39 alignnone" title="4coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="4coroas" width="108" height="19" /></p>
<p><span>Um filme muito bacana e divertido. Não é leve, pois uma vez que o ataque começa, lá pelos 15 minutos, é um montanha russa de correria, gritaria e destruição como poucas vezes se viu no cinema. Aí reside a atração do filme para nós, cinéfilos sádicos, que se deliciam com um monstro gigante destruindo uma cidade inteira.</span></p>
<p><span>Para os espectadores casuais, vale pelo menos o aluguel. Para os fãs de filmes de monstro, vale a aquisição.</span></p>
<img src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/?ak_action=api_record_view&id=183&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Joana D&#8217;Arc</title>
		<link>http://www.blu-rei.com.br/2009/06/01/joana-darc/</link>
		<comments>http://www.blu-rei.com.br/2009/06/01/joana-darc/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 18:12:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Salvador Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Dustin Hoffman]]></category>
		<category><![CDATA[Faye Dunaway]]></category>
		<category><![CDATA[Joana D'Arc]]></category>
		<category><![CDATA[Luc Besson]]></category>
		<category><![CDATA[Milla Jovovich]]></category>

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		<description><![CDATA[Joana D&#8217;Arc (1999)
The Messenger: The Story of Joan of Arc
Columbia Pictures (Sony)
De Luc Besson
Com Milla Jovovich, John Malkovich, Faye Dunaway e Dustin Hoffman
158 minutos
Vídeo: 1080p, 2,40:1
Áudio: Inglês, Francês, Português (Dolby TrueHD 5.1), Espanhol e Tailandês (Dolby Digital 5.1)
Legendas: Inglês para surdos, Inglês, Francês, Português, Espanhol, Chinês simplificado, Chinês tradicional, Indonésio bahasa, Coreano, Tailandês, Holandês
Edição: Brasileira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-164" title="joanadarc-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/06/joanadarc-capa.png" alt="joanadarc-capa" width="185" height="250" />Joana D&#8217;Arc </strong>(1999)<br />
<em>The Messenger: The Story of Joan of Arc<br />
</em>Columbia Pictures (Sony)<br />
De <strong>Luc Besson<br />
</strong>Com <strong>Milla Jovovich, John Malkovich</strong>, <strong>Faye Dunaway</strong> e <strong>Dustin Hoffman<br />
158 minutos</strong><span id="more-163"></span></p>
<p style="padding-left: 270px;"><strong>Vídeo: </strong>1080p, 2,40:1</p>
<p style="padding-left: 270px;"><strong>Áudio: </strong>Inglês, Francês, <strong>Português</strong> (Dolby TrueHD 5.1), Espanhol e Tailandês (Dolby Digital 5.1)</p>
<p style="padding-left: 270px;"><strong>Legendas:</strong> Inglês para surdos, Inglês, Francês, <strong>Português</strong>, Espanhol, Chinês simplificado, Chinês tradicional, Indonésio bahasa, Coreano, Tailandês, Holandês</p>
<p style="padding-left: 270px;"><strong>Edição:</strong> Brasileira ou Americana</p>
<p><strong>O filme<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-42" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></strong></p>
<p><strong>Joana D&#8217;Arc</strong> é visto como uma tentativa pretensiosa &#8212; e mal-sucedida &#8212; do diretor Luc Besson de retratar a espetacular história de uma camponesa que, supostamente guiada por Deus, levou a França a vitórias espetaculares contra o exército inglês em meados do século XV. Mas eu particularmente não vejo este filme com tão maus olhos.</p>
<p>Uma das forças dele, para mim, é que o diretor Luc Besson consegue caminhar pela estreita linha que divide a loucura da inspiração divina, de forma que nunca sabemos se Joana (Milla Jovovich) é simplesmente uma doida varrida ou uma enviada de Deus. Algumas cenas se passam inteiramente dentro da cabeça da personagem (incluindo um <em>stunt-casting</em> de Dustin Hoffman como o diabo, ou algo que se aproxime) e criam uma atmosfera que não fala apenas do que acontece no mundo lá fora, mas o que se passa no mundo interno da personagem.</p>
<p>A fotografia do filme é irretocável, o que ajuda a suplantar com virtuosismo técnico o que em termos de narrativa a obra não conseguir atingir. Não será o melhor épico histórico que você já viu, mas também não é um filme que não vale a pena pelo menos uma conferida.</p>
<p><strong>A imagem<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-42" title="3coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/3coroas.png" alt="3coroas" width="108" height="19" /></strong></p>
<p>Infelizmente, a Sony não acertou a mão com esta transferência digital. Em várias cenas fica claro o uso excessivo de <em>edge enhancement</em>, que produz auras indesejadas contornando alguns objetos. Em termos de cores, até que temos uma reprodução fiel, e o contraste é excelente, com pretos fortes e bastante profundidade. E, claro, o desbunde visual proporcionado por Luc Besson ajuda.</p>
<p><strong>O áudio<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-37" title="5coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="5coroas" width="108" height="19" /></strong></p>
<p>Aqui a avaliação é excelente. Não só temos uma belíssima mixagem de áudio em Dolby TrueHD 5.1 para a trilha original em inglês, como também temos uma versão em português com as mesmas características, para os fãs de dublagem. Os efeitos sonoros de <strong>Joana D&#8217;Arc</strong> colocam o espectador no meio de grandes batalhas, e os canais traseiros são usados de forma efetiva para criar ambientação.</p>
<p>A versão em português com qualidade máxima é o tipo de detalhe que valoriza muitos dos lançamentos da Sony no Brasil, por evidenciar preocupação especial com o nosso mercado, muito embora os discos sejam fabricados no exterior e voltados para múltiplos países.</p>
<p><strong>Extras<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-38" title="0coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/0coroas.png" alt="0coroas" width="108" height="19" /></strong></p>
<p>Gostaria de comentar em detalhes os extras disponíveis nesse disco. Mas não vai dar. Isso porque não há <em>nadica de nada</em>. Nada mesmo. Inexplicável, sobretudo porque o DVD tinha extras já prontos, que poderiam entrar aqui numa boa, mesmo em definição <em>standard</em>. A Sony, bizarramente, optou por não colocar nada. Sinal de uma futura edição encapetada? Com a recepção meio sinistra que o filme teve no mundo todo, é difícil de apostar nisso. Mas vai saber&#8230;</p>
<p><strong>No fim das contas<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-41" title="2coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/2coroas.png" alt="2coroas" width="108" height="19" /></strong></p>
<p>A ausência de extras, sobretudo numa obra com tamanho cunho histórico, é imperdoável. O filme em si também tem problemas na sua transferência de vídeo (embora seja sutil e não incomode), e há quem não goste da abordagem do diretor Luc Besson. De <em>top quality</em> aqui, só o áudio. Então, o negócio é o seguinte: esse disco só vale a pena se você for fissurado pelo filme e quiser tê-lo em alta definição.</p>
<img src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/?ak_action=api_record_view&id=163&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Poderoso Chefão &#8211; A Trilogia (4 discos)</title>
		<link>http://www.blu-rei.com.br/2009/05/28/o-poderoso-chefao-a-trilogia-4-discos/</link>
		<comments>http://www.blu-rei.com.br/2009/05/28/o-poderoso-chefao-a-trilogia-4-discos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 May 2009 23:32:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Felipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Al Pacino]]></category>
		<category><![CDATA[Francis Ford Coppola]]></category>
		<category><![CDATA[Marlon Brando]]></category>
		<category><![CDATA[Robert de Niro]]></category>

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		<description><![CDATA[O Poderoso Chefão &#8211; A Trilogia
The Godfather (1972)
The Godfather: part II (1974)
 The Godfather: part III (1990)
 Paramount Pictures
De Francis Ford Coppola
Com Marlon Brando, Al Pacino, James Caan, Robert de Niro e Robert Duval.
175 min; 200 min; 169 min
Vídeo: 1080p, 1.78:1
Áudio: Inglês (Dolby TrueHD 5.1 e Dolby Digital 2.0), Francês e Espanhol (Dolby Digital 5.1)
Legendas: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-155" title="poderosochefao-capa" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/poderosochefao-capa.png" alt="poderosochefao-capa" width="185" height="250" />O Poderoso Chefão &#8211; A Trilogia</strong><strong></strong><br />
<em>The Godfather </em>(1972)<em><br />
The Godfather: part II </em>(1974)<br />
<em> The Godfather: part III </em>(1990)<em><br />
</em> Paramount Pictures<em><br />
</em>De <strong>Francis Ford Coppola</strong><br />
Com <strong>Marlon Brando</strong>, <strong>Al Pacino</strong>, <strong>James Caan</strong>, <strong>Robert de Niro</strong> e <strong>Robert Duval</strong>.<br />
<strong>175 min</strong>; <strong>200 min</strong>; <strong>169 min</strong><span id="more-128"></span></p>
<p style="padding-left: 270px;"><strong>Vídeo</strong>: 1080p, 1.78:1</p>
<p style="padding-left: 270px;"><strong>Áudio</strong>: Inglês (Dolby TrueHD 5.1 e Dolby Digital 2.0), Francês e Espanhol (Dolby Digital 5.1)</p>
<p style="padding-left: 270px;"><strong>Legendas:</strong> Inglês para surdos, Inglês, Francês, Espanhol e <strong>Português</strong></p>
<p style="padding-left: 270px;"><strong>Edição</strong>: Brasileira ou Americana</p>
<p style="padding-left: 270px;">
<p><strong>O Filme</strong><br />
<img class="size-full wp-image-37 alignnone" title="5coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="5coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Qualquer palavra para descrever esses filmes, principalmente os dois primeiros, não fará jus à essea verdadeira obra prima do cinema, dirigida com grande vigor por Francis Ford Coppola e com um elenco excepcional de atores.</p>
<p>Os dois primeiros filmes foram um grande marco no cinema americano no início dos anos 70 e, até hoje, fascinam os espectadores e influenciam toda uma nova geração de artistas.</p>
<p>Em brevíssimo resumo, o primeiro filme trata da vida do mafioso Vito Corleone (Marlon Brando) e sua “família” e de como seu filho mais novo, Michael (Al Pacino), assume o comando desta última quando seu pai morre. O segundo filme trata da consolidação de Michael como mafioso e chefe de uma moderna organização criminosa; no caminho, paga o preço com a perda de amigos e familiares. O terceiro e último filme trata da busca de Michael pela redenção e de suas consequências.</p>
<p>Simplesmente não há como descrever, pois a experiência de assistir a estes filmes fala por si só.</p>
<p><strong>Imagem</strong><br />
<img class="size-full wp-image-39 alignnone" title="4coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="4coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Os três filmes são apresentados no seu formato original, de 1.78:1, em resolução de 1080p, com imagem codificada com VC-1.</p>
<p>Desde o seu lançamento, os discos Blu-Ray da trilogia foram objeto de grande controvérsia. Muitos não gostaram da imagem e escreveram que se trata apenas de uma ligeira melhoria com relação ao DVD lançado em 2001. Outros elogiaram o produto e o destacaram como um dos grandes lançamentos em Blu-Ray no ano de 2008.</p>
<p>Eu me filio com a segunda corrente.</p>
<p>De início, cumpre esclarecer que os filmes da trilogia<strong> O Poderoso Chefão</strong> são escuros, possuem uma paleta de cores esmaecida e forte granulação. É uma imagem feia? Por certo que não, muito pelo contrário. Aliás, é exatamente essa a aparência dos filmes originais, de forma proposital pelo diretor Coppola (deliberação artística, para simular fotografias antigas) e, em função disso, é essa exatamente a imagem apresentada pelos discos Blu-Ray, com o adicional de que a imagem dos dois primeiros filmes foi totalmente restaurada para retirar detritos, manchas e outras marcas do tempo.</p>
<p>Já o terceiro filme, mais recente (início dos anos 90) e não tão popular como os antecessores, infelizmente não ganhou uma plena restauração, mas somente uma remasterização da imagem em alta definição. A imagem é ótima, tão boa como como a dos primeiros dois filmes (aproximadamente 15 anos mais antigos), mas poderia se beneficiar de uma plena restauração, para alcançar um patamar superior da qualidade da imagem.</p>
<p>De qualquer forma, esses discos servem como prova de que o maior benefício do Blu-Ray não é apresentar uma imagem cristalina de todo e qualquer filme, mas sim apresentar a mais fiel reprodução da película original do filme em nossas TVs.</p>
<p>Os DVDs da trilogia, além de forçar as cores para um tom avermelhado, não conseguiriam jamais reproduzir a película original. As cenas escuras perdem detalhes, a granulação desaparece em função da alta compressão e torna a imagem mais apagada. Nada disso ocorre com o Blu-Ray . Sua imagem, com as imperfeições propositais, é deslumbrante. Há vida, há detalhes, há precisão de cores, tudo isso somado ao ganho de definição que a imagem em 1080p oferece.</p>
<p>Uma as reclamações de muitos consumidores é o excesso de granulação na imagem desses filmes em Blu-Ray. No entanto, todo o diferencial da imagem está na granulação, pois é aí que o filme ganha vida, sem um visual chapado, com a fiel reprodução dos elementos químicos da película.</p>
<p>A prática contrária, adotada por algumas distribuidoras, de aplicar filtros digitais para a redução da granulação e conferir aos filmes mais antigos uma falsa impressão de imagem cristalina é, na verdade, uma sentença de morte. A imagem fica estática nos locais onde não há movimentação e os rostos dos atores mais parecem bonecos, pois todos os detalhes que conferem a realidade desaparecem. O resultado é uma imagem artificial e sem vida.</p>
<p>Nada disso ocorre no Blu-Ray e, cientes da qualidade da imagem dos próprios filmes, os cinéfilos de plantão terão uma grata revelação ao assistir essas obras em 1080p.</p>
<p><strong>Som</strong><br />
<img class="size-full wp-image-39 alignnone" title="4coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/4coroas.png" alt="4coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Os dois primeiros filmes contém o áudio original no idioma inglês em Mono, no formato Dolby Digital, assim como uma versão remasterizada em Surround, no formato Dolby TrueHD 5.1.Como se trata de filmes em que predomina o diálogo, não há tanta diferença entre o aúdio mono e o surround. De qualquer forma, o surround concede uma atmosfera mais envolvente, principalmente com as músicas e alguns efeitos sonoros.O terceiro filme, já produzido em áudio surround, é apresentado em Dolby TrueHD 5.1 e possui a melhor qualidade da trilogia, pelo eficaz uso da separação de canais.</p>
<p>Para os três filmes há opção de idiomas francês e espanhol, ambos em Dolby Digital 5.1. Não há trilha de áudio em português.</p>
<p>As legendas estão disponível em português do Brasil, inglês (para surdos), francês e espanhol.</p>
<p><strong>Extras</strong><br />
<img class="size-full wp-image-37 alignnone" title="5coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="5coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Os três filmes contêm comentários em áudio pelo diretor Francis Ford Coppola</p>
<p>Se alguém pensou que a coleção em DVD de 2001 já era exaustiva com relação aos bastidores da trilogia, prepare-se. Essa coleção em Blu-Ray possui um quarto disco dedicado aos extras, contendo todo o material disponibilizado para o DVD em 2001, além de novos documentários exclusivos para esse lançamento e apresentados em alta definição de imagem.</p>
<p>• <em>The Masterpiece That Almost Wasn&#8217;t</em> (29:46), com destaque para o período dos anos 70 e as circunstâncias que levaram ao nascimento dessa obra-prima do cinema.</p>
<p>• <em>Emulsional Rescue</em> (19:05), é o documentário mais interessante e trata do trabalho de restauração dos dois primeiros filmes. Talvez seja até indicado assistir esse extra antes dos filmes, para melhor apreciação do trabalho de restauração.</p>
<p>• <em>When Shooting Stopped</em> (14:18), trata da pós-produção e das dificuldades no lançamento do primeiro filme.</p>
<p>• <em>Godfather World</em> (11:19), com depoimentos de grandes personalidades de Hollywood sobre as influências de <strong>O Poderoso Chefão</strong>.</p>
<p>• <em>Godfather on the Red Carpet</em> (04:03), que traz cenas da premiere do filmes nos EUA.</p>
<p>•<em> Four Short Films on The Godfather</em> (07:20), com mais entrevistas.</p>
<p>Da coleção original em DVD, lançada em 2001, são importados documentários, cenas deletadas, storyboards, trailers, fotos etc, todos em baixa resolução (480i).</p>
<p><strong>No fim das contas<br />
</strong><img class="size-full wp-image-37 alignnone" title="5coroas" src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/wp-content/uploads/2009/05/5coroas.png" alt="5coroas" width="108" height="19" /></p>
<p>Uma aquisição obrigatória para os cinéfilos e telespectadores casuais.<br />
A trilogia <strong>O Poderoso Chefão</strong> é mais do que um trio de filmes, é um monumento da sétima arte, e essa apresentação em Blu-Ray faz jus a esse status.</p>
<img src="http://www.blu-rei.com.br/brweblog/?ak_action=api_record_view&id=128&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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